terça-feira, 3 de março de 2015
Guarani Futebol Clube
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Disambig grey.svg Nota: Para outros significados, veja Guarani Futebol Clube (desambiguação).
Guarani
Guarani FC (E) - SP.svg
Nome Guarani Futebol Clube
Alcunhas Bugre
Torcedor/Adepto Bugrino
Mascote Índio
Fundação 2 de abril de 1911 (103 anos)
Estádio Brinco de Ouro
Capacidade 29.130 pessoas1
Localização Brasão da Cidade de Campinas.png Campinas, São Paulo SP, Brasil Brasil
Presidente Brasil Horley Senna
Treinador Brasil Marcelo Veiga
Material esportivo Espanha Joma2
Competição São Paulo Campeonato Paulista
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Divisão São Paulo Série A2
Brasil Série C
São Paulo A2 2014
Brasil CB 2014
Brasil C 2014 13º colocado
61º colocado
13º Colocado
São Paulo A1 2013
Brasil CB 2013
Brasil C 2013 20º colocado
48º colocado
14º Colocado
São Paulo A1 2012
Brasil CB 2012
Brasil B 2012 Vice-campeão
25º colocado
18º colocado
Ranking nacional Baixa (9) 39º lugar, 3.631 pontos
Website Guarani Futebol Clube
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
editar
Guarani Futebol Clube (nascido como Guarany Foot-Ball Club) é uma agremiação esportiva brasileira, com sede na cidade de Campinas, no Estado de São Paulo, que tem como modalidade principal o futebol. Fundado em 2 de abril de 1911 por um grupo de jovens de ascendência italiana, o nome do clube foi uma homenagem à obra-prima do compositor Carlos Gomes, "Il Guarany".
É conhecido popularmente com "Bugre", devido ao seu mascote, um índio. Suas cores são o verde e o branco. Manda suas partidas de futebol em seu próprio estádio, o Brinco de Ouro, cuja capacidade atual é para 29.130 espectadores. Seu maior rival é a Ponte Preta, cujo clássico é conhecido como Dérbi Campineiro e é tida como uma das maiores rivalidades do futebol paulista3 .
Uma das mais tradicionais equipes do interior de São Paulo, o Guarani conquistou ao todo 12 títulos campineiros entre as décadas de 1910 e 1950. No entanto, o clube viveria seus maiores momentos de glória entre a segunda metade da década de 1970 e ao longo da década de 1980. Sua maior conquista no futebol é o Campeonato Brasileiro de Futebol de 1978, a primeira conquista nacional de primeira divisão de um clube de futebol do interior do Brasil.
O Bugre também conquistou o Campeonato Brasileiro Série B de 1981, foi por duas vezes finalista do Campeonato Brasileiro (em 1986 e 1987 e outras duas do Campeonato Paulista (em 1988 e 2012).
No plano internacional, a equipe campineira já participou por três vezes da Copa Libertadores da América, tendo feito sua melhor campanha na edição de 1979, quando alcançou a fase semifinal.
Atualmente, o clube disputa o Campeonato Paulista - Série A2 e o Campeonato Brasileiro Série C.
Índice [esconder]
1 História
2 Estrutura
3 Títulos
4 Campanhas de destaque
5 Cronologia
6 Estatísticas
7 Hino
8 Elenco 2015
9 Uniformes
9.1 Jogadores
9.2 Goleiros
9.3 Temporadas Anteriores
10 Presidentes do clube
11 A Maior do Interior
12 Fatos históricos
13 Artilheiros
14 Ranking da CBF
15 Referências
16 Ligações externas
História[editar | editar código-fonte]
Notabilizado por ser o primeiro e único campeão brasileiro do interior do País, o Guarani revelou jogadores de projeção mundial, como Careca, Amaral, Júlio César, Deco, Evair, Amoroso, Luisão, Mauro Silva, Neto, Edu Dracena, Elano, João Paulo e Jonas, além de ter tido em seu elenco jogadores nacionalmente destacados, como Zenon, Renato, Edilson, Ricardo Rocha, Jorge Mendonça, Djalminha e Neneca.
Carlos Gomes
A fundação do clube foi uma iniciativa de Pompeo De Vito, Hernani Felippo Matallo e Vicente Matallo (primeiro presidente).
Cerca de 12 jovens se encontraram no dia 1 de abril de 1911 na Praça Carlos Gomes, quando escolheram o nome em homenagem à ópera O Guarani, obra mais conhecida do maestro e compositor clássico Carlos Gomes (baseada no romance homônimo de José de Alencar), um dos mais ilustres cidadãos nascidos na cidade de Campinas.
A data de fundação oficial foi considerada o dia seguinte, para evitar piadas em relação ao Dia da Mentira.
O Guarani disputou a 1ª Divisão do Campeonato Paulista da APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos) de 1927 a 1931, com ótimas participações, passando depois a disputar os Campeonatos Amadores do Interior.
Depois de um vice em 1943, o Guarani sagrou-se Campeão do Interior em 1944, sendo em seguida o primeiro clube do interior a ser Campeão Estadual Amador, após superar os amadores da SE Palmeiras, campeões da Capital.
Em 1946 foi novamente Vice do Interior. Somente em 1947 tornou-se profissional, juntamente com outros clubes do interior que passaram a ter esse direito.
Em 1948, o XV de Piracicaba foi o primeiro campeão da divisão de acesso (2ª Divisão de Profissionais). O Guarani foi o segundo clube interiorano a chegar ao campeonato principal, ao vencer o campeonato da segunda divisão de 1949.
Em 1954, cedeu o primeiro jogador para uma Seleção Brasileira de Futebol, Fifi, que participou do Campeonato Sul Americano Juvenil na Venezuela. Em 1956, o goleiro Paulo Martorano foi o primeiro jogador do clube a ser convocado para a Seleção Brasileira Principal, sendo reserva de Gilmar nos 5 jogos do Campeonato Sul Americano (atual Copa América), disputado em Montevidéu, no Uruguai.
Em 1963, o Guarani teve novamente atletas convocados para a Seleção principal: Tião Macalé, Oswaldo, Amauri Silva e Hilton Vaccari, que jogaram o Campeonato Sul Americano daquele ano, na Bolívia.
Os primeiros troféus da era profissional foram os do Torneio Início dos campeonatos paulistas de 1953, 1954 e 1956, a Taça dos Invictos da Gazeta Esportiva em 1970, o II Troféu Folha de São Paulo, pelo tricampeonato do interior em 72-73-74, e a Taça Almirante Heleno Nunes (referente à conquista do primeiro turno do Campeonato Paulista) em 1976.
O auge dessa evolução seria marcado pelo inédito Campeonato Nacional, conquistado em 1978 com uma equipe na qual destacavam-se Careca, Zenon, Renato e o treinador Carlos Alberto Silva.
Até hoje, o Guarani é o único clube do interior do Brasil a ter conquistado o título da primeira divisão do campeonato brasileiro, tendo sido ainda vice-campeão do Torneio dos Campeões em 1982, quando perdeu a final deste torneio nacional patrocinado e organizado pela C.B.F. para o America no Maracanã por 2 a 1.
O time chegaria ainda a dois vice-campeonatos brasileiros, em 1986 (em uma final inesquecível contra o São Paulo, decidida após uma prorrogação e disputa de pênaltis) e em 1987 (contra o Sport). No ano seguinte (1988) foi vice campeão Paulista, sendo batido pelo Corinthians na prorrogação da 2ª partida.
O Bugre foi um dos 20 membros do Clube dos 13, que congregou até 2011 os principais clubes de futebol do Brasil.
O Guarani depois de ter passado por uma crise financeira seríssima, em 2011 chegou a estar entre os últimos colocados na Série B, ficou sem pagar salários aos jogadores durante 5 meses e mesmo assim superou a crise, não caindo para a Série C. Recuperado da turbulência, montou um time forte e sagrou-se vice-campeão do campeonato Paulista de 2012.
Porém, em 2013, amargou o 9º rebaixamento em 12 anos, sendo a 4ª o rebaixamento para o Campeonato Paulista - Série A2 de 2014. Desde 2001, o Bugre caiu quatro vezes na Série A1 do Paulista (2001, 2006, 2009 e 2013 4 ), uma vez no Torneio Rio-São Paulo (2002), duas vezes na Série A (2004 e 2010) e duas vezes na Série B do Brasileiro (2006 e 2012)
Estrutura[editar | editar código-fonte]
Estádio Brinco de Ouro
Ver artigo principal: Estádio Brinco de Ouro da Princesa
Brinco de Ouro da Princesa, em jogo noturno.
Seu estádio é o Brinco de Ouro da Princesa, inaugurado em 31 de maio de 1953, com capacidade atual para 32.453 pessoas.
O Guarani utilizou por cerca de dois anos o Ground da Villa Industrial, um campo de terra cedido pelo Poder Público. No ano de 1913, começou a alugar junto ao S.C. Commercial um campo de futebol situado no bairro Guanabara, popularmente conhecido como "Ground do Guanabara".
Pouco tempo depois, o Commercial encerrou suas atividades e o Guarani obteve uma permissão de uso gratuito com a família proprietária do terreno. Lá treinou até o ano de 1920, quando após infrutíferas negociações do presidente Carmine Alberti com a prefeitura na tentativa de receber em doação um espaço de terra onde pudesse construir um estádio, decidiu reunir esforços para a compra daquela área do bairro Guanabara.
O associado Egídio de Sousa Aranha teve papel importantíssimo na história do Guarani, pois conseguiu convencer a proprietária, sua tia Isolethe Augusta de Souza Aranha, a vender o terreno, de cerca de 20 mil metros quadrados, a um preço irrisório de 900 réis o metro.
Logo foi nomeada uma "Comissão Pró Estádio", presidida por João Pereira Ribeiro, e que desenvolveu todos os tipos de promoções para a arrecadação de fundos. Finalmente, em 15 de julho de 1923, foi inaugurado o primeiro estádio de futebol de Campinas, chamado de: "Estádio do Guarany".
Para a inauguração, o Bugre convidou o principal clube do futebol paulista na fase amadora , o Club Athletico Paulistano, com Friedenreich e muito mais. O Guarani venceu a partida inaugural por 1 a 0, gol de Zequinha. A escalação do Guarani na histórica partida: Pacheco, Joca e Tavares; Deputado, Juca e Joaquim; Miguel, Zéquinha, Barbanera, Nerino e Pilla.
O Estádio da Rua Barão Geraldo de Resende passou por várias reformas e ampliações, servindo ao clube até 1953. Nele o Guarani recepcionou alguns dos maiores times do país, tendo ali mandado seus jogos pelos Campeonatos Paulistas de 1927; 1928; 1929; 1930; 1931; 1950; 1951 e 1952.
Com a chegada do profissionalismo ao interior, em 1947, o Guarani passou a ter um sério problema. O Estádio da Rua Barão Geraldo de Resende, no Guanabara, já não comportava o Clube, e a Federação Paulista de Futebol prometia criar a "Divisão de Acesso", dando chances aos principais clubes do interior a ingressar em seu Campeonato Paulista, sendo que todos tinham certeza de que o Bugre logo aproveitaria essa oportunidade. Neste caso, criaram uma Comissão liderada por Antônio Carlos Bastos para estudar as alternativas possíveis. Depois de polêmica foram descartadas as possibilidades de nova reforma ou ampliação do antigo estádio. O Guarani precisava partir para uma área maior, ainda que não tão próxima ao centro da cidade.
Surgiu então a Sociedade de Imóveis e de Administração Ltda., que propôs a troca do terreno do bairro Guanabara por uma área de 50.400 m² na chamada Baixada do Proença, pagando ainda ao Clube, em parcelas, dois milhões de cruzeiros. Faria também a sondagem e a terraplenagem do novo terreno. Negócio fechado!
Enquanto a equipe de futebol disputava a Divisão de Acesso de 1948, a Comissão Pró Estádio e os arquitetos Ícaro de Castro Melo e Oswaldo Correa Gonçalves desenvolviam seus estudos. O clube conseguiu junto à Imobiliária Paraíso a doação de uma área de 19.405 m², anexa à negociada, e Arlindo de Sousa Lemos doou mais 2.920 m². Definiu-se no projeto original que o estádio teria capacidade para 29 mil pessoas e seria construído em etapas.
Após uma ampla campanha de arrecadação de fundos feita entre seus torcedores, o Guarani construiu o estádio Brinco de Ouro da Princesa, inaugurado em 31 de maio de 1953 com uma partida com o Palmeiras, que acabou sendo derrotado pelo time de Campinas pelo placar de 3 a 1. Alguns anos depois passou a ser construído em torno do estádio um vasto clube social. Graças à estrutura criada, a equipe passou a se destacar nos campeonatos profissionais.
Mesmo antes da construção do "tobogã", em 1979/80, o Brinco de Ouro chegou a receber 34.513 torcedores presentes no jogo contra o Fluminense, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro de 1975, no dia 26 de novembro.
O recorde, com o "tobogã", foi de 52.002 pagantes, na semifinal do Brasileiro de 1982, contra o Flamengo (15/02/1982).
Em 5 de maio de 1990 jogaram, no Brinco de Ouro, as seleções de Brasil e Bulgária, com público de 51.720 torcedores.
Hoje o estádio tem capacidade para 32.453 espectadores, de acordo com as novas normas de acomodação, baseadas no estatuto do torcedor e normas da FIFA.
Títulos[editar | editar código-fonte]
HONORÁRIO
Competição Títulos Temporadas
WikiCup Trophy Gold.png Taça dos Invictos 1 1970
NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Cbf brazilian championship trophy.svg Campeonato Brasileiro 1 1978
Troféu Campeonato Brasileiro - Serie B.png Campeonato Brasileiro - Série B 1 1981
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista Amador 1 1944
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista - Série A2 1 1949
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista do Interior 5 1944, 1972, 1973, 1974, 1975
Paulista Championship Trophy.png Torneio Início Paulista 3 1953, 1954 e 1956
MUNICIPAIS
Competição Títulos Temporadas
Brasão da Cidade de Campinas.png Campeonato Campineiro 12 1916, 1919, 1920, 1938, 1939, 1941, 1942, 1943, 1945, 1946, 1953 e 1957
Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]
Guarani Futebol Clube
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (1979)
Brasil Campeonato Brasileiro 1 (1978) 2 (1986, 1987) 2 (1982, 1994) 0 (não possui)
Brasil Torneio dos Campeões 0 (não possui) 1 (1982) 0 (não possui) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série B 1 (1981) 2 (1991, 2009) 1 (1990) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série C 0 (não possui) 1 (2008) 0 (não possui) 0 (não possui)
São Paulo Campeonato Paulista 0 (não possui) 2 (1988, 2012) 4 (1976, 1978, 1981, 1985) 4 (1927, 1928, 1973, 1979)
São Paulo Campeonato Paulista – Série A2 1 (1949) 1 (2011) 0 (não possui) 1 (2007)
Cronologia[editar | editar código-fonte]
1912 - Vice-campeão Campineiro - (Liga Operária de Foot-Ball Campineira)
1916 - Campeão Campineiro - AFC (Associação de Foot-Ball Campineira)
1919 - Campeão Campineiro - AFC
1920 - Bicampeão Campineiro - AFC
1921 - Vice-campeão Regional (Zona Paulista) - APEA (Assoc. Paulista de Esportes Athleticos)
1926 - Campeão Regional (2ª Região) - APEA
1928 - Vice-campeão do Torneio-Início do Campeonato Paulista - APEA
1932 - Campeão Regional (Série Campineira) - APEA
1938 - Campeão Campineiro - LCF (Liga Campineira de Futebol)
1939 - Bicampeão Campineiro - LCF
1941 - Campeão Campineiro - LCF
1942 - Bicampeão Campineiro - LCF
1943 - Tricampeão Campineiro - LCF
1943 - Vice-campeão Amador do Interior - FPF (Federação Paulista de Futebol)
1944 - Campeão Amador do Interior - FPF
1944 - Campeão Amador do Estado - FPF
1945 - Campeão Campineiro - LCF
1946 - Vice-campeão Amador do Interior - FPF
1946 - Bicampeão Campineiro - LCF
1949 - Campeão Paulista da 2ª Divisão de Profissionais - FPF
1953 - Campeão Campineiro - LCF (com equipe secundária)
1953 - Campeão do Torneio Início do Campeonato Paulista - FPF
1954 - Bicampeão do Torneio Início do Campeonato Paulista - FPF
1956 - Campeão do Torneio Início do Campeonato Paulista - FPF
1957 - Campeão Campineiro - LCF (com equipe secundária)
1957 - Vice-campeão do Torneio Início do Campeonato Paulista - FPF
1966 - Vice-campeão do Torneio João Mendonça Falcão de 1966
1969 - Vice-campeão do Torneio Início do Campeonato Paulista - FPF
1970 - Detentor em definitivo da "Taça dos Invictos" de A Gazeta Esportiva
1970 - Campeão - Torneio de Classificação para 1970 (Paulistinha) - FPF
1970 - Bicampeão - Torneio de Classificação para 1971 - FPF
1974 - Detentor em definitivo do II Troféu Folha de São Paulo (tricampeão do interior 72/73/74)
1976 - Campeão do 1º turno do Campeonato Paulista (Taça Alm. Heleno Nunes)
1978 - Campeão Brasileiro - CBD
1979 - Quarto lugar na Taça Libertadores da América
1981 - Campeão Brasileiro Série B
1982 - Vice-campeão do Torneio dos Campeões do Brasil - CBF
1982 - Terceiro lugar no Campeonato Brasileiro Série A - CBF
1986 - Vice-campeão Brasileiro - CBF
1987 - Vice-campeão Brasileiro - CBF (Houve em paralelo a "Copa União", promovida pelo "Clube dos 13")
1988 - Vice-campeão Paulista - FPF
1991 - Vice-campeão Brasileiro Série B - CBF
1994 - Terceiro lugar no Campeonato Brasileiro Série A - CBF
2004 - Vice-campeão Copa Estado de São Paulo - FPF
2008 - Vice-campeão Brasileiro Série C - CBF
2009 - Vice-campeão Brasileiro Série B - CBF
2011 - Vice-campeão do Campeonato Paulista Série A2 - FPF
2012 - Vice-campeão Paulista Série A1 - FPF
Estatísticas[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Estatísticas do Guarani
Ver artigo principal: Recordes do Guarani Futebol Clube
Ver artigo principal: Temporadas do Guarani
Participações
Participações em 2015
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última A Aumento R Baixa
São Paulo Campeonato Paulista 65 Vice-campeão (1988 e 2012) 1927 2013 3
Campeonato Paulista - A2 8 Campeão (1949) 1947 2015 3 –
São PauloRio de Janeiro Torneio Rio-São Paulo 1 12º colocado (2002) 2002 2002
Brasil Campeonato Brasileiro 29 Campeão (1978) 1973 2010 3
Série B 10 Campeão (1981) 1981 2012 4 2
Série C 5 Vice-campeão (2008) 2007 2015 1 –
Copa do Brasil 17 Oitavas de final (5 vezes) 1989 2014
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 3 Semifinal (1979) 1979 1988
Últimas dez temporadas
Ver artigo principal: Temporadas do Guarani
Brasil Brasil São Paulo São Paulo
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Campeonato Paulista
— Div. Pos. Pts J V E D GP GC Fase Máxima Div. Pos.
2006 B 18º 47 38 11 14 13 53 61 R16 A1 17º
2007 C 21º 18 12 5 3 4 14 12 1F A2 4º
2008 C 2º 53 32 15 8 9 47 34 1F A1 16º
2009 B 2º 69 38 21 6 11 55 51 2F A1 19º
2010 A 18º 37 38 8 13 17 33 53 R16 A2 14º
2011 B 12º 52 38 15 7 16 51 48 2F A2 2º
2012 B 18º 41 38 10 11 17 36 47 2F A1 2º
2013 C 14° 24 18 5 9 4 15 13 1F A1 20º
2014 C 13º 24 18 5 9 4 14 15 1F A2 13º
2015 C A disputar — A2 A/d
Legenda:
Campeão.
Vice-campeão.
Eliminado na semifinal.
Classificado à Copa Libertadores da América pela campanha no Campeonato Brasileiro.
Classificado à Copa Libertadores da América pelo título da Copa do Brasil ou Copa Libertadores.
Classificado à Copa Sul-Americana ou Copa Conmebol.
Rebaixado à divisão inferior.
Promovido à divisão superior.
Hino[editar | editar código-fonte]
O hino oficial do Guarani Futebol Clube é de autoria do compositor campineiro Oswaldo Guilherme, que compôs a letra e a música. Há gravadas versões equivocadas do hino, que dizem "em todo o campo que eu vou" e "construímos com devoção". O correto:
“Eu levo sempre comigo, Em todo campo que eu for, A bandeira do verde e branco, Símbolo do torcedor.
Brinco de Ouro, a nossa taba, Construído com devoção, Nossa Família Bugrina, Tem raça e tradição.
Refrão Avante, avante meu bugre! Com fibra e destemor! A cada nova jornada, Guarani é mais amor.
Avante, avante meu bugre! Que nós vibramos por ti! Na vitória ou na derrota, Hoje e sempre, Guarani.”
Elenco 2015[editar | editar código-fonte]
A FPF criou um regulamento que cada equipe pode inscrever no máximo 28 jogadores. O Guarani atualmente conta com 27 jogadores.
Atualizado em 24 de Dezembro de 2014.
Legenda
Capitão: Capitão
Emprestado.: Jogador emprestado
Voltaram de Empréstimo.: Retorno de empréstimo
Lesionado: Jogador com lesão média ou grave
+: Jogador em fase final de recuperação
+: Jogador que volta de lesão/contusão
Suspenso: Jogador suspenso
Seleção Brasileira: Jogador convocado à Seleção Brasileira Sub-20
Seleção Brasileira: Jogador convocado à Seleção Brasileira Sub-17
Goleiros
Jogador
Brasil Edílson Guerra
Brasil Neneca
Brasil Pegorari Emprestado.
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Guilherme Z
Brasil Cris Z
Brasil Preto Costa Z
Brasil Rafael Caldeira Z
Brasil Thiago Gasparetto Z
Brasil Oziel LD
Brasil Watson LD
Brasil Bruno Pacheco LE
Brasil Thiago Cristian LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Cambará V
Brasil Copetti V
Brasil Éder Silva V
Brasil Fernando Lopes V
Brasil Thiago Carpini V
Brasil Mineiro V
Brasil Fumagalli M
Brasil Fernandinho M
Brasil João Vittor M
Atacantes
Jogador
Brasil Adalgiso Pitbull
Brasil Luiz Ricardo
Brasil Nunes
Brasil Paulo Roberto
Brasil Malaquias
Brasil Vitor Hugo
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Marcelo Veiga T
Uniformes[editar | editar código-fonte]
Jogadores[editar | editar código-fonte]
1º - Camisa verde, calção branco e meias verdes.
2º - Camisa branca, calção verde e meias brancas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo.
Goleiros[editar | editar código-fonte]
Azul com detalhes brancos;
Grená com detalhes brancos.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Temporadas Anteriores[editar | editar código-fonte]
2014
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
2013
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
2012
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
2011
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
2010
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
2009
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
2008
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
Presidentes do clube[editar | editar código-fonte]
1911/12: Vicente Matallo
1913: Vicente Matallo - Pompeo de Vito - Mário Branco de Godoy
1914: Antonio de Sousa Letro - Pompeo de Vito
1915/16/17: Pompeo de Vito
1918: Armando Sarnes - Pompeo de Vito
1919: Júlio dos Santos Mota - Antonio Alberti - Carmine Alberti
1920/21: Carmine Alberti
1922/23: Antonio Albino Júnior
1924: José de Queirós Teles
1925: Galdino de Morais Alves - José Ferreira de Godoy
1926: Dr. Lúcio Pereira Peixoto - Benedicto da Cunha Campos
1927: Benedito da Cunha Campos
1928: Vladimir Varanda - Ítalo Franceschini
1929: Augusto de Carvalho Asbahr
1930: Dr. Romeu Tórtima - Dr. Arnaldo de Campos
1931: Alexandre Chiarini
1932: Frederico Borghi
1933: Dr. Romeu Tórtima
1934: Augusto de Carvalho Asbahr
1935/36: João Mezzalira
1937: Vicente Torregrossa
1938/39: Dr. Januário Pardo Mêo
1939/40: Prof. Floriano de Azevedo Marques
1941: Dr. Sebastião Otranto
1942: Jaime Serra - João Mezzalira
1943: Alfredo Ribeiro Nogueira
1944: Cesar Contessott
1945: Cesar Contessotto - Guilmer Cury Zakia
1946: Artemiro Caruzo Andreoli
1947: Sebastião Otranto - Emílio Porto
1948: Dr. Romeu Tórtima
1949: Nilo de Rezende Rubim - Cesar Contessotto
1950: Cesar Contessotto - Dr.Romeu Tórtima
1951: Isolino Ferramola
1952: Dr. Romeu Tórtima
1953: Dr. Rui Vicente de Mello - Cesar Contessoto
1954: Dolor de Oliveira Barbosa
1955: Miguel Moreno
1956: Esmeraldino Antunes Barreira
1957: Emílio Porto
1958: Jaime Silva
1959: Mário Brocchi
1960/61/62: Jaime Silva
1963: Jamil Gadia
1964: Jaime Silva
1965: Miguel Moreno
1966: Eder Guimarães Leme - João Motta
1967: Jaime Silva - Manoel Marques Paiva - Eduardo José Farah
1968/69: Miguel Moreno
1970 à 1977: Leonel Almeida Martins de Oliveira
1978/79: Ricardo Chuffi
1980 à 1983: Antonio Tavares Jr.
1984 à 1987: Leonel Almeida Martins de Oliveira
1988 à 1999: Luiz Roberto Zini
1999 à 2006: José Luiz Lourencetti
2006 à 2011: Leonel Almeida Martins de Oliveira
2011 à 2012: Marcelo Mingone
2012 à 2014: Álvaro Negrão de Lima
2014 à atual: Horley Senna
A Maior do Interior[editar | editar código-fonte]
A torcida bugrina, é considerada em muitas pesquisas oficiais, a maior torcida do interior, ou seja, retirando-se dos dados os clubes de capitais e o Santos.5 6
A sua maior torcida organizada é a Fúria Independente, pois é a que tem mais associados.
Fatos históricos[editar | editar código-fonte]
O Bugre possui o recorde de público de Campinas com 52.002 pessoas, no jogo Guarani versus Flamengo, em 1982 (a capacidade divulgada naquela época era de 53 mil, diminuída para proporcionar maior conforto e segurança).
O Guarani também possui vantagem no chamado Derby Campineiro. São 185 partidas disputadas com 65 vitórias, 61 empates e 58 derrotas, além de um resultado desconhecido.
A revista Placar, que ao final de cada Campeonato Brasileiro concede o troféu Bola de Prata aos melhores jogadores em cada posição, já premiou atletas bugrinos em diversas ocasiões, a saber:
1975: Amaral (zagueiro) e Ziza (atacante);
1982: Lúcio (atacante) e Careca (atacante);
1985: Edmar (artilheiro);
Botafogo Futebol Clube (Ribeirão Preto)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Botafogo
Escudo do Botafogo Futebol Clube
Nome Botafogo Futebol Clube
Alcunhas Maior do Interior
Bota
Fogão
Pantera das Américas
Pantera da Mogiana
Torcedor/Adepto Botafoguense
Mascote Pantera Negra
Fundação 12 de outubro de 1918 (96 anos)
Estádio Luís Pereira (anterior)
Santa Cruz (atual)
Capacidade 29.2921
Localização Ribeirão Preto, SP, Brasil
Presidente Brasil Gustavo Assed Ferreira
Treinador Brasil Mazola Júnior
Patrocinador Brasil Claro
Brasil Sicoob Credicoonai
Brasil HF Equipamentos
Brasil Bebidas Poty
Brasil São Francisco Saúde
Material esportivo Alemanha Adidas
Competição São Paulo Campeonato Paulista
São Paulo A1 2014
Brasil D 2014 Em Andamento
Em julho
São Paulo A1 2013
Brasil D 2013 7º colocado
27º Colocado
São Paulo A1 2012
São Paulo CP 2012 15º colocado
16º colocado
Ranking nacional 39º Lugar, 555 pontos
Website botafogosp.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
editar
O Botafogo Futebol Clube, mais conhecido como Botafogo de Ribeirão Preto é um clube brasileiro de futebol da cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, fundado em 12 de outubro de 1918. Atualmente, disputa a Série A1 do Campeonato Paulista, ao lado dos grandes clubes do estado.
Índice [esconder]
1 História
2 Jogadores revelados no clube que atuaram pela Seleção Brasileira de Futebol
3 Jogadores de Seleção que defenderam as cores do clube
4 Fatos Históricos
5 Torcidas Organizadas
6 Mascote
7 Títulos
7.1 Títulos
7.2 Categorias de Base
8 Estatísticas
8.1 Participações
8.2 Últimas dez temporadas
9 Elenco 2015
10 Ex-Presidentes
11 Ranking da CBF
12 Ver também
13 Referências
História[editar | editar código-fonte]
No começo do século XX, a cidade de Ribeirão Preto tinha disputas bastante acirradas entre clubes de futebol. Cada bairro tinha pelo menos um clube representando-o. Na Vila Tibério, eram três: União Paulistano, Tiberense e Ideal Futebol Clube. Por conta disso, o bairro nunca conseguia alcançar bons resultados nos campeonatos disputados na cidade. Em 1918, representantes do Ideal, através de reuniões realizadas num local onde hoje encontra-se o "Bar Piranha", propuseram uma fusão dos clubes do bairro. Além dos integrantes das diretorias dos três clubes, participaram também funcionários da antiga Estrada de Ferro Mogiana e da Companhia Antarctica Paulista.
Houve um consenso com relação à formação de uma nova agremiação que iria representar o bairro, mas na hora da escolha do nome não se chegava a uma conclusão. Após acaloradas discussões, um dos membros teria dito: "Ou vocês definem logo o nome ou então 'bota fogo' em tudo e acabem com essa história..." Isto acendeu a ideia de todos eles e o nome do clube teve uma definição inesperada. A ameaça incendiária do dirigente acabou ajudando na escolha do nome. A proposta foi aceita e, em 1918, surgiu o Botafogo Futebol Clube. Alguns fatos contribuiram diretamente para a escolha do nome. A atual rua Saldanha Marinho, chamava se "Botafogo" por ser um lugar onde eram queimados os lixos da cidade e ficava próximo a Companhia Antarctica Paulista. Outro fato é que a expressão "bota fogo" era muito usada pelos funcionários da Estrada de Ferro Mogiana. Ambos presentes na fundação.
A estreia do Botafogo aconteceu em Franca, contra o Esporte Clube Fulgêncio, um time daquela cidade. A partida terminou 1 x 0 em favor do time de Ribeirão Preto. O primeiro título do Botafogo foi o de Campeão do Interior, em 1927. Em 1956, o clube foi o campeão do Centenário de Ribeirão Preto, vencendo o Comercial na final, por 4 x 2. O Botafogo recebeu ainda a Taça dos Invictos, após ficar 19 partidas sem perder. No mesmo ano, o time também foi campeão da Segunda Divisão do Campeonato Paulista.
Em 1962, o clube fez uma excursão pela Argentina, onde conquistou nove vitórias, três empates e duas derrotas. Entre elas uma vitória sobre o Estudiantes por 5 x 2. Depois dessa viagem, o clube passou a ser conhecido como "Pantera da América".
No ano de 1977, o Botafogo foi campeão da Taça Cidade de São Paulo (Primeiro turno do Campeonato Paulista), fazendo a final com o São Paulo num jogo de tempo normal e prorrogação. O jogo finalizou em 0 X 0, dando o título ao Botafogo por ter feito melhor campanha.
Na década de 1990, dois vice-campeonatos e dois acessos: da Série C, em 1996, e da Série B, em 1998. No ano seguinte, o Botafogo foi rebaixado e, em 2000, disputou a Copa João Havelange no Módulo Amarelo (equivalente à Série B).
Em 2001, o Bota foi vice-campeão paulista,um feito extraordinário para um clube do interior,que disputa um dos campeonatos mais competitivos no mundo do futebol.No mesmo ano,disputou pela terceira vez em sua história o Brasileirão da Série A,onde foi rebaixado sem algo a atrapalhar dessa vez.
Em 2003,foi rebaixado para a Série A-2 e no ano seguinte,foi rebaixado para a Série A-3 por conta de problemas com escalação irregular de jogador sem registro junto à Federação Paulista, no famoso "tapetão". No ano seguinte, conquistou acesso para A-2 sendo Campeão da Serie A-3.
Estádio Santa Cruz, Botafogo de Ribeirão Preto, um dos principais do Brasil
Em 2008, voltou para elite do futebol paulista, tendo disputado a série A-1 em 2009 e terminado na 15ª colocação. Em 2010, o Bota se classificou para a Série D do campeonato nacional, e sagrou-se Campeão do Interior vencendo na final o São Caetano, por 1 x 0.
A partir de 2012,o time passou por um momento difícil no Paulistão da A-1,onde quase caiu para a Série A-2.Só se salvou na última rodada com uma vitória por 2 x 1 em cima do Guarani aos 47 do segundo tempo no Santa Cruz.
Em 2013,o Botafogo fez um Paulistão avassalador,comparando com o de 2012.Ficou e terminou entre os oito primeiros da fase inicial da Série A-1.Infelizmente,o Pantera acabou sendo massacrado nas quartas de final pelo Mogi Mirim por 6 a 0.
Em 2014,o time foi patrocinado pela marca esportiva Adidas,e num Paulistão com formato diferente dos outros,liderou o seu grupo na primeira fase do estadual,inclusive com vitórias importantes,como os 3 a 1 no Palmeiras e o 1 a 0 no Come-Fogo.Infelizmente,perdeu nas oitavas para o possível campeão Ituano nos pênaltis em pleno Santa Cruz.O sétimo lugar no estadual o levou para o Brasileiro da Série D,onde não conseguiu passar da primeira fase.
Jogadores revelados no clube que atuaram pela Seleção Brasileira de Futebol[editar | editar código-fonte]
Brasil Paulo Egídio Brasil Zé Mario +
Brasil Baldocchi (Tri-Campeão Mundial em 1970) Brasil Geraldão
Brasil Sócrates + Brasil Boiadeiro
Brasil Eurico Brasil Raí (Tetra-campeão Mundial 1994)
e
Brasil Cicinho Brasil Diego Alves
Brasil Bordon Brasil Lucas
Brasil Tim + Brasil Cochabamba
Jogadores de Seleção que defenderam as cores do clube[editar | editar código-fonte]
Paraguai Aguilera Brasil Mário Sérgio Brasil César Maluco
Brasil Palhinha Bolívia Pablo Escobar Togo Fábio Oliveira
Brasil Nélio Brasil Biro-Biro Brasil Edevaldo
Brasil Edson Abobrão Brasil Mauricinho Brasil Paulo Cesar Camassuti
Brasil Chicão Guiné Equatorial André Neles Chile Veiga
Brasil Ivan Brasil Dario Alegria Brasil Sérgio Guedes
Brasil Polozzi Brasil Peu Argentina Fabio de Los Santos
Trinidad e Tobago Zé Luiz Brasil Alessandro Brasil Jeferson
Fatos Históricos[editar | editar código-fonte]
A média de jogadores revelados pelo Botafogo que atuaram pela Seleção Brasileira em Copas é superior a muitos clubes grandes, como Palmeiras e Atlético-MG. Ao todo foram sete convocações: Tim (1938), Baldochi (1970), Sócrates (1982-1986), Raí (1994), Cicinho (2006) e Doni (2010).
O Botafogo Futebol Clube é um dos poucos clubes de que já venceu o tradicional Boca Juniors em La Bombonera. Em 11 de Julho de 1971, o clube ribeirão-pretano venceu o time portenho por 5 x 3. Paulinho, Marco Antônio, Ferreira (duas vezes) e Rubén Suñé (contra) marcaram os gols do Tricolor, e Raúl Savoy e Hugo Curioni, os do Boca. As duas equipes já haviam se enfrentado anteriormente, também em La Bombonera, em 1962, quando os anfitriões venceram por 2 x 1.2
O jogador Sócrates falecido recentemente em 4 de dezembro de 2011, ídolo do Botafogo, foi eleito em 1983 o melhor jogador sulamericano do ano e incluído pela FIFA, em 2004, na lista dos 125 melhores jogadores vivos da história. Era também considerado pela mídia especializada (CNN, World Soccer e Placar) como um dos grandes jogadores de todos os tempos.
Os Jogadores Raí, Zé Mario e recentemente o goleiro Diego Alves, foram convocados para a Seleção Brasileira de futebol ainda jogando pelo Botafogo, sendo que Diego Alves teve sua primeira convocacao aos 18 anos em 2005 ainda na base do Botafogo. Zé Mário foi o primeiro jogador de um clube no interior do Brasil a ser convocado para a Seleção Brasileira de Futebol. Em exames de rotina os médicos à serviço da Seleção brasileira, descobriram que estava doente (Leucemia). Em 8 de Junho de 1977 atuou no amistoso Brasil e Inglaterra no Maracanã e contra a Seleção Paulista no dia 12 de Junho. Pouco tempo depois veio a falecer. A imprensa paulista e torcedores do clube, consideravam Zé Mário o craque daquele Botafogo de 1977, que "encheu os olhos" de Osvado Brandão com seus belos gols, na época treinador da Seleção Brasileira. Certamente jogaria a Copa de 1978 na Argentina se não fosse esta fatalidade.
Em 1962, o jogo Botafogo e Boca Juniors no estádio Labombonera, foi transmitido ao vivo pela rádio Bandeirantes de São Paulo. A rádio Bandeirantes naquele tempo era um dos principais meios de comunicação no Brasil. Na chegada dos jogadores ao Brasil, o Botafogo recebeu o apelido de "pantera das Américas" pelo jornal "A Gazeta Esportiva", pela excelente campanha realizada em gramados argentinos. Ao todo foram 14 jogos com 9 vitórias, 3 empates e apenas 2 derrotas.
O Botafogo tem a maior torcida da sua região com cerca de três milhões de habitantes, e detém 68% dela comprovadamente (pesquisa realizada pela Brunoro Sports em 1998). Tem o terceiro maior estádio particular do Brasil, o "Santa Cruz", sendo o trigésimo sétimo do mundo, com uma capacidade de 50 mil torcedores.
O clube serviu de inspiração para a fundação do Botafogo de Cordinhã (Cantanhede), em Portugal no ano de 1971. Além do nome homônimo, o clube Português possui o escudo idêntico ao Botafogo de Ribeirão Preto. Outro clube inspirado no Botafogo é o Clube Atlético Paulistinha de São Carlos.
Torcidas Organizadas[editar | editar código-fonte]
A torcida organizada, Fiel Força Tricolor, fundada em 1992, possui um dos maiores bandeirões do Brasil, oitavo maior do mundo, medindo 135x33 metros, sendo 90% pintado. Em 2008, a FFT desfilou no carnaval de Ribeirão Preto como bloco, celebrando os 90 anos de fundação do Botafogo. O atual presidente da torcida é o João Paulo Piva.
Associação Recreativa e Cultural Torcida Organizada "Força Jovem Tricolor". Fundada em 1976 Agora volta em 2013 para trazer novidades para a arquibancada tricolor , a torcida já conta com cerca de 15 membros ativos e vem crescendo cada dia mais. O Atual presidente da torcida é Jhonatan Adorni e vice Thales dos Santos.
Em 2011. Surgiu a torcida Kamikaze tricolor, fundada por ex integrantes da Fiel força tricolor.
Mascote[editar | editar código-fonte]
A pantera tem como características principais a força e a flexibilidade no mundo animal. Dentro dos gramados, o Botafogo ganhou o apelido de “Pantera da Mogiana” pelas vitórias obtidas contra as equipes pertencentes a esta região do Estado de São Paulo. A conquista do título inédito de Campeão do Interior, em 1927, fez do Botafogo uma equipe temível, exatamente como uma pantera.
Títulos[editar | editar código-fonte]
Estádio Santa Cruz, com as cores do clube
Setor das Cadeiras Cativa do Estádio Santa Cruz
Estádio Santa Cruz, localizado na Zona Sul de Ribeirão Preto
Títulos[editar | editar código-fonte]
Internacionais
Competição Títulos Temporadas
Argentina Sesquicentenário da Argentina 1 1972
Argentina Torneio Internacional da Argentina 4 1962, 1969, 1971, 1972
Argentina Liga Desportiva da Argentina 1 1984
Guatemala Pentagonal da Guatemala 1 1966
Costa Rica Torneio Carmencita Granados 1 1984
Costa Rica Copa Damián Castillo Durán 1 1982
Interestaduais
Competição Títulos Temporadas
São Paulo Copa Ribeirão Preto 1 1967*
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
São Paulo Campeonato Paulista de Futebol - Série A2 2 1956, 2000
São Paulo Campeonato Paulista do Interior 2 1927, 2010
São Paulo Taça Cidade de São Paulo 1 1977
São Paulo Campeonato Paulista de Futebol - Primeiro Turno 1 1960
São Paulo Campeonato Paulista - Série A3 1 2006
São Paulo Taça dos Invictos 1 1956 (19 jogos)
São Paulo Torneio Vicente Feola 1 1976
São Paulo Torneio Início 1 1957
Municipais/Regionais
Competição Títulos Temporadas
BandeiraRibeiraoPreto.svg Taça do Centenário de Ribeirão Preto 1 1956
BandeiraRibeiraoPreto.svg Estatueta de Bronze de Segundo Lugar na Taça Villa Brasil 1 1924
BandeiraRibeiraoPreto.svg Taça Sudan 1 1933
BandeiraRibeiraoPreto.svg Taça Ribanco 1 1969
BandeiraRibeiraoPreto.svg Taça Ribeirão Preto 1 1974
BandeiraRibeiraoPreto.svg Troféu Jornalista Renê Andrade 1 2014
|}
Título dividido com Comercial FC e Ferroviária de Araraquara.
VICE-CAMPEÃO
TORNEIOS NACIONAIS
Brasil Campeonato Brasileiro da Série B: 1998.
Brasil Campeonato Brasileiro da Série C: 1996.
Torneios Interestaduais
Goiás Quandrangular Interestadual Cidade de Goiânia: 1965
Torneios Estaduais
São Paulo Campeonato Paulista Série A1: 2001.
Torneios Municipais/Regionais
BandeiraRibeiraoPreto.svg Taça Villa Brasil: 1924
BandeiraRibeiraoPreto.svg Torneio Diário da Manhã: 1933
BandeiraRibeiraoPreto.svg Taça Dunlop: 1936
BandeiraRibeiraoPreto.svg Troféu Marechal Castelo Branco: 1970
BandeiraRibeiraoPreto.svg Taça Welson Gasparini: 1992
Categorias de Base[editar | editar código-fonte]
CAMPEÃO
Torneios Estaduais
São Paulo Campeonato Paulista de Juniores: 1981, 1984, 1988, 1994
VICE-CAMPEÃO
Torneios Estaduais
São Paulo Copa São Paulo de Futebol Junior: 1983, 2015
Estatísticas[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Temporadas do Botafogo-SP
Participações[editar | editar código-fonte]
Participações em 2015
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última A Aumento R Baixa
São Paulo Campeonato Paulista 50 Vice-campeão (2001) 1957 2015 3
Série A2 19 Campeão (1956, 2000) 1947 2008 4 1
Brasil Campeonato Brasileiro 6 13º colocado (1976 e 1978) 1976 2001 2
Série B 14 Vice-campeão (1998) 1980 2002 3 1
Série C 3 Vice-campeão (1996) 1995 2003 1 –
Série D 2 27º colocado (2013) 2010 2013 –
Copa do Brasil 3 2ª Fase (2000) 1999 2002
Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]
Brasil Brasil São Paulo São Paulo
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Campeonato Paulista Copa
— Div. Pos. Pts J V E D GP GC Fase Máxima Div. Pos. Fase Máxima
2006 C Não classificado — A3 1º SF
2007 C Não classificado — A2 6º QF
2008 C Não classificado — A2 4º 1F
2009 D Não classificado — A1 15º SF
2010 D 33º 4 6 1 1 4 5 8 — A1 7º —
2011 D Não classificado — A1 13º 1F
2012 D Não classificado — A1 15º 2F
2013 D 27º 9 8 2 3 3 8 7 — A1 7º —
2014 D Não classificado — A1 5º F
2015 D A classificar — A1 A/d A/d
Legenda:
Campeão.
Vice-campeão.
Eliminado na semifinal.
Classificado à Copa Libertadores da América pela campanha no Campeonato Brasileiro.
Classificado à Copa Libertadores da América pelo título da Copa do Brasil ou Copa Libertadores.
Classificado à Copa Sul-Americana ou Copa Conmebol.
Campeão do Campeonato do Interior
Rebaixado à divisão inferior.
Promovido à divisão superior.
Elenco 2015[editar | editar código-fonte]
Goleiros
Jogador
Brasil Renan Rocha
Brasil João Lucas
Brasil Andrey
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Bruno Costa Z
Brasil Eli Sabiá Vindo de Empréstimo Z
Brasil Halisson Z
Brasil Carlos Henrique Z
Brasil João Vitor Z
Brasil Mancini Z
Brasil César Gaúcho Z
Brasil André Rocha LD
Brasil Roniery LD
Brasil André Santos LE
Brasil Dênis LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Luciano Sorriso V
Brasil Gimenez V
Brasil Liel V
Brasil Baratella V
Brasil Rafael Chorão M
Brasil Rodrigo Andrade M
Brasil Zé Roberto M
Brasil Vitor M
Atacantes
Jogador
Brasil Giancarlo
Brasil Diogo Campos Vindo de Empréstimo
Brasil Henrique
Brasil Carlão
Brasil Isaac Prado
Brasil Wesley
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Mazola Júnior T
Ex-Presidentes[editar | editar código-fonte]
Gustavo Assed 2012/2013...
Silvio Martins 2012 (Renunciou)
Luiz Pereira 2010/2011
Virgílio Pires Martins 2008/2009
Luiz Pereira 2006/2007
Walcris da Silva 2002/2005
Luiz Carlos Bianchi 2002
Ricardo Christiano Ribeiro 1998/2001
Laerte Alvez (1994-1997)
José Antonio Montefeltro 1990/1993
Osvaldo Silva 1986/1989
Faustino Jarruche 1984/1985
Miguel Mauad Neto 1982/1983
Benedito Sciência da Silva 1980/1981
Atílio Benedini Neto 1976/1979
Faustino Jarruche 1974/1975
Ricardo Christiano Ribeiro 1972/1973
Walter Strambi 1970/1971
Osvaldo Silva 1969
Farjala Moisés/Osvaldo Silva 1968
Francisco Oranges 1967
Waldomiro da Silva 1956/1966
João Rucian Ruiz 1955
Costábile Romano 1953/1954
Luiz Manoel Marinho 1952
Costábile Romano 1949/1951
Osvaldo de Abreu Sampaio/Durvalino Cened 1948
Domingos Baptista Spinelli 1947
José Elias de Almeida 1944/1946
Arthur Fernandes de Oliveira 1942/1943
Mario Marques 1941
Adelmo Silva 1940
Francisco Prata 1939
Edison Dutra Barroso 1938
Adriano dos Santos 1937
Luiz Pereira 1936
José de Magalhães 1935
Adriano dos Santos 1934
Francisco Prata 1931/1933
Antonio Augusto da Silva 1929/1930
Adriano dos Santos 1925/1928
Francisco Prata 1924
Alvino Grotax 1922/1923
José Novas 1920/1921
Pedro Aguiar / Egydio Cabral 1919
Joaquim Gagliano 1918
Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]
Posição: 39º
Pontuação: 555 pontos (Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil).
OBS.: atualizado em 12 de novembro de 20113
Ver também[editar | editar código-fonte]
Maior Rival
Clássico
Referências
Ir para cima ↑ Botafogo Futebol Clube.
Ir para cima ↑ BRANDÃO, Caio (08/03/2012). As outras vitórias brasileiras contra o Boca na Bombonera Futebol Portenho. Visitado em 25/04/2012.
Ir para cima ↑ CBF. Ranking da CBF (PDF). Visitado em 12/11/11.
[Expandir] Botafogo Futebol Clube
[Expandir]
v • e
Campeonato Brasileiro de Futebol - Série D
Categorias: Botafogo Futebol Clube (Ribeirão Preto)Clubes de futebol fundados em 1918
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Clube Atlético Bragantino
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Disambig grey.svg Nota: "Bragantino" redireciona para este artigo. Para outros significados, veja Bragantino (desambiguação).
Bragantino
Bragantino football.png
Nome Clube Atlético Bragantino
Alcunhas Braga
Leão da Zona
Linguiça Mecânica
Massa Bruta
Alvinegro Bragantino
Torcedor/Adepto Alvinegro
Mascote Leão
Fundação 8 de janeiro de 1928 (87 anos)
Estádio Nabi Abi Chedid
Capacidade 17.128 pessoas
Localização Brasão de Bragança Paulista.jpg Bragança Paulista, São Paulo SP, Brasil Brasil
Presidente Brasil Marquinhos Chedid
Treinador Brasil Márcio Araújo
Patrocinador Brasil CNA
Brasil Claro
Material esportivo Brasil Kanxa
Competição São Paulo Campeonato Paulista
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Divisão São Paulo Série A1
Brasil Série B
São Paulo A1 2014
Brasil CB 2014
Brasil B 2014 8º Colocado
Oitavas-de-final
16º Colocado
São Paulo A1 2013
Brasil CB 2013
Brasil B 2013 11º Colocado
44º Colocado
12º Colocado
São Paulo A1 2012
Brasil B 2012 8º Colocado
14º Colocado
Ranking nacional Aumento (2) 34º lugar, 4.054 pontos
Website Clube Atlético Bragantino
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
editar
Clube Atlético Bragantino é um clube brasileiro de futebol da cidade de Bragança Paulista, no interior do estado de São Paulo. Fundado em 8 de janeiro de 1928, suas cores são preto e branco.
O time teve seu ápice no começo dos anos 1990, quando foi Campeão Paulista de 1990 e chegou à final do Campeonato Brasileiro em 1991. Por ser um clube profissional oriundo de uma cidade com apenas 150 mil habitantes, é um verdadeiro marco nacional.
Índice [esconder]
1 História
1.1 Anos Dourados
1.2 A Decadência
1.3 Anos Ruins
1.4 Campeonato Paulista A-2 2005
1.5 2006 - 2007: A volta por cima
1.6 2008 - 2011: Série B
2 Elenco atual
3 Outros jogadores
4 Comissão técnica
4.1 Transferências 2015
5 Fatos
6 Ídolos
7 Treinadores de destaque
8 Títulos e Destaques
9 Estatísticas
9.1 Participações
9.2 Últimas dez temporadas
10 Estádio
11 Histórico em competições oficiais
11.1 Copa Conmebol
11.1.1 1992
11.1.2 1993
11.1.3 1996
12 Uniforme
12.1 Uniformes atuais
12.2 Uniformes anteriores
13 Ranking da CBF
14 Ver também
15 Ligações externas
16 Referências
História[editar | editar código-fonte]
Cronologia
1928 Em 8 de janeiro, formadores do Bragança Futebol Clube, fundam o Clube Atlético Bragantino.
1949 O clube participa da Segunda Divisão (atual Série A-3) do Campeonato Paulista de Futebol.
1965 É promovido para a Primeira Divisão (atual Série A-1) do Campeonato Paulista de Futebol.
1966 Rebaixado para Segunda Divisão (atual Série A-2) do Campeonato Paulista de Futebol.
1979 Campeão Paulista da Terceira Divisão
1988 Campeão Paulista da Segunda Divisão (atual Série A-2)
1989 É Campeão Brasileiro da Série B, sendo promovido para a Série A do Campeonato Brasileiro pela primeira vez, também neste mesmo ano chegou à semifinal do Paulistão.
1990 Campeão Paulista da Primeira Divisão, tornando-se o segundo clube do interior a realizar tal façanha, na época sob o comando técnico do até então desconhecido Vanderlei Luxemburgo e tendo como destaque um jovem zagueiro vindo da AA Ponte Preta Zagueiro Moisés Junior de apenas 18 anos
1991 Vice-campeão (Série A) do Campeonato Brasileiro, sob o comando técnico de Carlos Alberto Parreira, e ainda foi Campeão do Torneio Inicio Paulista.
1992 Disputa a Copa CONMEBOL (primeiro clube do interior paulista a realizar tal façanha), estreando em competições internacionais.
1993 Disputa a Copa CONMEBOL pela segunda vez.
1995 Rebaixado para a Segunda Divisão (Série A-2) do Campeonato Paulista.
1996 Joga a Copa CONMEBOL pela terceira vez. (Torneio que atualmente corresponde à Copa Sul-Americana)
1998 Rebaixado para a Segunda Divisão (Série B) do Campeonato Brasileiro.
2002 Rebaixado para a Terceira Divisão (Série C) do Campeonato Brasileiro.
2005 Promovido para a Primeira Divisão do Campeonato Paulista (Série A-1).
2006 Vice-campeão da Copa Federação Paulista de Futebol, conseguindo vaga para a Copa do Brasil.
2007 Campeão Brasileiro da Série C, sendo promovido ao Campeonato Brasileiro da Série B. Foi ainda semifinalista do Paulistão.
2012 Classifica-se às quartas de final do Paulistão.
Anos Dourados[editar | editar código-fonte]
No ano de 1989, o Clube Atlético Bragantino sagrava-se Campeão Brasileiro da Série B, vencendo outro clube Paulista na final, o São José Esporte Clube, garantindo assim acesso à Série A do Futebol Nacional, iniciando os Anos Dourados do clube de Bragança Paulista. Neste mesmo ano, o Bragantino eliminou o invicto Palmeiras no Campeonato Paulista.
Em 1990, o "Braga" estreava na elite do futebol nacional, terminando na oitava colocação dos 20 Clubes que disputaram essa edição. No entanto, esse fato não foi o melhor acontecimento do ano. No Campeonato Paulista, a equipe comandada pela até então revelação dos técnicos de futebol, Vanderlei Luxemburgo e por uma série de craques em nível de seleção brasileira, como o lateral direito Gil Baiano, o volante, futuramente campeão mundial na Copa de 1994 pela Seleção Brasileira, Mauro Silva e o centro avante Sílvio, que seria vice-campeão da Copa América pela Seleção Brasileira. O "Massa Bruta" enfrentaria o Novorizontino na "final caipira" sagrando-se campeão do Campeonato Paulista da Primeira Divisão de 1990.
No ano de 1991, o Braga ficou sem seu principal destaque, o treinador Vanderlei Luxemburgo. Contudo, a peça de reposição foi à altura; o clube de contratou ninguém menos que Carlos Alberto Parreira para o cargo de treinador, o elenco foi preservado e esse planejamento deu resultado: após terminar em segundo lugar na primeira fase do Brasileirão de 1991 o time se classifica para as semifinais do campeonato nacional daquele ano, enfrentando o Fluminense do Rio de Janeiro, que havia se classificado em quarto lugar. O Massa Bruta enfrentou e eliminou o Tricolor Carioca no Maracanã perante mais de 70.000 pessoas e se classificou para a grande final, ficando frente a frente contra o São Paulo, que eliminara o Atlético Mineiro.
Na partida realizada no Morumbi terminou 1 a 0 para o time da capital, gol de Mário Tilico. O segundo e decisivo jogo foi em Bragança Paulista, no então Estádio Marcelo Stéfani. Porém, o Alvinegro tentou mas não conseguiu furar a zaga adversária, empatando em 0 a 0 e deixando o título na mão do São Paulo Futebol Clube.
No ano de 1992, o Bragantino continuou com boas apresentações, terminando o Campeonato Brasileiro na fase de classificação em terceiro lugar. Segundo fontes confiáveis, se o Campeonato Brasileiro de 1992 fosse pelo sistema de pontos corridos, o campeão seria o Clube Atlético Bragantino.(Fonte: Placar)
Neste mesmo ano, o clube faz sua estreia em Competições internacionais, jogando a Copa CONMEBOL; empatando os dois jogos contra o Grêmio e sendo desclassificado nas Penalidades máximas alternadas por 6 a 7.
Nos anos de 1993 e 1994 o Bragantino continua com campanhas regulares: nos campeonatos brasileiros termina em 19º em 1993, fruto do confuso regulamento desta edição, e em oitavo, no ano de 1994. E acaba sendo desclassificado novamente na primeira fase da Copa CONMEBOL, pelo Botafogo de Futebol e Regatas.
Já o ano de 1995 está dividido, pois no Campeonato Brasileiro pode se enquadrar nos "Anos Dourados de Bragança" já que clube termina na boa sexta posição, mas ao mesmo tempo o time cai para a Segunda Divisão do Campeonato Paulista.
Neste ano, o Bragantino participa pela terceira vez na Copa CONMEBOL, onde o clube consegue eliminar o grande esquadrão do Palmeiras de 1996, o dos "100 gols", goleando por 5 a 1 na primeira partida. Já na segunda fase, o Braga é eliminado pelo Independiente Santa Fé com um resultado adverso de 1 a 0 na Colômbia.
A Decadência[editar | editar código-fonte]
Em 1995, o Bragantino faz campanha pífia no Campeonato Paulista e acaba sendo rebaixado para a Série A-2 do futebol estadual, iniciando assim a decadência do clube no futebol paulista. No Campeonato Brasileiro, no entanto, a equipe conquistou um surpreendente sexto lugar na classificação final, atrás apenas de Botafogo (o campeão daquele ano), Santos, Fluminense, Atlético-MG e Palmeiras. Neste campeonato, o Braga teve como principal destaque o meia Kelly.
No ano seguinte, em 1996, o Braga termina em último no Campeonato Brasileiro, sendo assim teoricamente rebaixado para a Série B junto com o Fluminense. Todavia, surge um suposto esquema de favorecimento de arbitragens nesta edição do certame nacional, denunciado através de imagens divulgadas no Jornal Nacional. Numa manobra já costumeira de proteger os clubes grandes, a CBF, antes mesmo de se tirar alguma conclusão concreta sobre o caso, que envolvia o Corinthians e o Atlético-PR, anula o Rebaixamento do Tricolor Carioca e, consequentemente, também do Bragantino, pois se seguisse o regulamento teria que rebaixar os dois envolvidos no escândalo conhecido como "Caso Ives Mendes".
Em 1997, o Bragantino, por meio dessa manobra para proteger os envolvidos no escândalo, disputa novamente o Campeonato Brasileiro da Série A, terminando em 22º lugar, escapando do rebaixamento pelos critérios de desempate, pois o Bahia, que terminara em 23º, tinha o mesmo número pontos que o Alvinegro. Entretanto, em 1998 o inevitável acontece: o time termina em penúltimo, apenas a frente do América-RN e cai para a Série B do Campeonato Brasileiro. Com a penúltima colocação, o Bragantino volta depois de oito participações consecutivas na Primeira Divisão para a Série B do Campeonato Brasileiro. Na estréia em 1999, o Braga termina na 12ª colocação, bem no meio da tabela de 22 clubes.
Em 2000, na Copa João Havelange, as divisões são anuladas e o clube passa a pertencer ao módulo amarelo. O clube fez uma péssima campanha e terminou em 30º deste módulo. Em 2001, a campanha de 1999 é repetida: o time fica novamente no meio da tabela, em 16º de 28 clubes, com uma campanha irregular. Este foi o último campeonato em que alguns dos maiores ídolos do clube jogaram juntos: Mazinho, Sílvio, Alberto, João Santos, Gil Baiano e Pintado, sob o comando técnico do ex-zagueiro e capitão Nei. A desclassificação marcou o fim da vitoriosa geração.
No ano de 2002, o time faz uma campanha irregular no Campeonato Paulista da Segunda Divisão (atual A-2). Em um dos seus jogos, é goleado impiedosamente pelo Esporte Clube São Bento de Sorocaba, com um placar acachapante. Aí, o time dá um último suspiro: disputa a Série B do Brasileiro pela última vez, terminando em último lugar, com 17 pontos de 75 disputados. Parecia que "o fim" do clube de Bragança Paulista estava decretado.
Anos Ruins[editar | editar código-fonte]
Com a queda da Série B de 2002, o Bragantino garante classificação automática para a série C de 2003; o que seria a "última" chance do time, pois os critérios de classificação para o Campeonato brasileiro são as posições nos Campeonatos Estaduais da Primeira Divisão, e o Braga ainda amargava os grupos inferiores no Campeonato Paulista de Futebol.
O time começa bem, campeão de seu grupo na primeira fase, vai passando as próximas fases com boas apresentações até chegar à quinta fase - uma espécie de semifinal, pois sairiam os quatro classificados para a última fase - onde enfrentaria o Santo André, com um confronto épico, na primeira partida no ABC o Santo André acaba goleando o Braga por 4x1; mas na volta em Bragança o Massa Bruta faz 3 a 1 e quase reverte o resultado ruim da primeira partida e termina em sexto lugar entre 93 clubes na classificação geral. No entanto está fora a última chance na época, pois o acesso à série A-1 do Paulista, onde poderia novamente lutar pela Série C do Brasileiro, estava muito distante. Assim, o Bragantino fica fora de competições nacionais por três anos: 2004, 2005 e 2006.
Campeonato Paulista A-2 2005[editar | editar código-fonte]
No ano de 2005, o Bragantino disputava mais uma vez a Série A-2 do Campeonato Paulista de futebol, transmitida pela TV Cultura de São Paulo. O Clube contava no banco com o jovem técnico Marcelo Veiga, e cai no Grupo 2, junto com São Bento de Sorocaba, Juventus de São Paulo e Noroeste de Bauru. O time fica na terceira colocação, entre dez clubes disputantes, com 32 Pontos.
2006 - 2007: A volta por cima[editar | editar código-fonte]
Em 2006, o Bragantino volta a ganhar espaço no cenário dos clubes paulistas, voltando para o Campeonato Paulista de Futebol, o clube terminou em 14º lugar. No campeonato de 2006, suas principais partidas foram o empate em 3 a 3 com o São Paulo, e a vitória de 1 a 0 sobre o Santos do técnico Vanderlei Luxemburgo, ex-comandante e campeão pelo Braga em 1990.
Em 2007, o time alvinegro continuou com a boa trajetória no Campeonato Paulista, terminando a primeira fase na quarta colocação, atrás apenas de Santos, São Paulo e São Caetano, classificando-se assim para a semifinal, onde foi desclassificado pelo Santos. Do elenco de 2007, vários jogadores chamaram a atenção de grandes clubes do Brasil, e cinco foram contratados pelo Corinthians: o goleiro Felipe, o zagueiro Zelão e o meia-atacante Everton.
Depois de passar por muitas emoções para se classificar, o Bragantino chegou ao octogonal final. E mais a frente, viria o tão festejado título, mesmo com derrota por 2 x 1, contra o ABC-RN, em Natal.
2008 - 2011: Série B[editar | editar código-fonte]
Em 2008, depois de fazer uma fraca campanha no primeiro turno da Série B do Campeonato Brasileiro de Futebol, o Bragantino teve uma boa campanha no segundo turno, conseguindo terminar em 7º lugar, a poucos pontos do acesso.
Na Série B de 2009, a equipe ficou no meio da tabela a maior parte do campeonato. Sendo que sua posição mais alta em toda a competição foi o 4º lugar na 1ª rodada, e a mais baixa foi o 13º lugar nas 8ª e 9ª rodadas. O Massa Bruta terminou o campeonato na 9ª posição com 53 pontos conquistados de 114 disputados, ficando a 12 pontos do Atlético-GO, 4º colocado e último clube a garantir o acesso à Primeira Divisão.
Já na Série B de 2010, após passar o primeiro turno do campeonato inteiro brigando para não ser rebaixado para a Série C, o Bragantino conseguiu reagir, e no fim da competição lutou pelo acesso. Terminou a Série B novamente com 53 pontos, só que desta vez ficou apenas a 10 pontos do 4º colocado, o América Mineiro que garantiu o retorno à Série A com 63 pontos.
Em 2011, parecia que o Bragantino copiaria o ano de 2010. Começou a Série B com sérios riscos de queda, porém depois de 6 vitórias seguidas na competição (2 a 1 sobre o Paraná, 5 a 0 em cima do ABC, 2 a 1 sobre o Barueri, 2 a 0 no São Caetano, 2 a 1 em cima do Náutico e 2 a 1 sobre o Vila Nova), que foram da 19ª à 24ª rodada, o Braga passou a brigar pelo acesso.
Apesar de vencer muitas partidas, o Bragantino não conseguia entrar no G4, pois os concorrentes diretos também possuíam um desempenho bastante parecido. Porém, a 3 rodadas da final da Série B, o Bragantino conseguiu penetrar no G4. Após vencer o já rebaixado Salgueiro por 1 a 0, e ver o Sport empatar em 2 a 2 com a Portuguesa, Americana e Vitória empatarem em 0 a 0 e o Criciúma empatar em 1 a 1 com a Ponte Preta, o Massa Bruta entrou no G4.
Ao fim do campeonato, o Braga terminou na 6ª posição, sentindo a Série A na ponta dos dedos, com 58 pontos. O Bragantino ficou a 3 pontos do Sport, última equipe a garantir a subida.
Elenco atual[editar | editar código-fonte]
Soccerball current event.svg Última atualização feita em 2 de fevereiro de 2015.1
Goleiros
Jogador
Brasil Gilson
Brasil Lauro Capitão
Brasil Vinícius
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Fernando Z
Brasil Renato Santos Z
Brasil Thiago Martinelli Z
Brasil Wellington Reis Z
Brasil Arlan LD
Brasil Bruno Ferreira LD
Brasil Diego Macedo LD
Brasil Pará LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Adílson Goiano V
Brasil Graxa V
Brasil Léo Gago V
Brasil Muralha Lesionado V
Brasil Nick V
Brasil Uchoa V
Brasil Welton Heleno V
Brasil Caio M
Brasil Esquerdinha M
Brasil Pedro Henrique M
Atacantes
Jogador
Brasil Diego Maurício
Brasil Erick Luis
Brasil Igor
Brasil João Vítor
Brasil Wilker
Legenda
Capitão: Capitão
Lesionado: Jogador lesionado/contundido
Expulso: Jogador suspenso
Outros jogadores[editar | editar código-fonte]
Jogadores não aproveitados, mas com contratos ainda em vigência
Jogadores
Pos. Nome
Brasil Z Michael
Brasil Z Tiago Moura
Brasil LD Rodrigo Man
Brasil V Juan
Brasil V Carlos Vítor
Brasil M Raphael Gaspar
Brasil M Biel
Brasil M Tuco
Brasil A Léo Jaime
Brasil A Luisinho
Comissão técnica[editar | editar código-fonte]
Soccerball current event.svg Última atualização feita em 25 de fevereiro de 2015.2
Comissão técnica
Nome Função
Brasil Márcio Araújo Treinador
Brasil Sérgio Silva (Sérgião) Assistente
Comissão técnica
Nome Função
Brasil Sandro Sargentim Preparador físico
Brasil Serginho Miranda Treinador de goleiros
Transferências 2015[editar | editar código-fonte]
Soccerball current event.svg Última atualização feita em 2 de fevereiro de 2015.
Entradas
Jogador Pos. Clube anterior T.
Fairytale right.png Brasil Lauro G Brasil Chapecoense Livre
Fairytale right.png Brasil Renato Santos Z Brasil Flamengo Empréstimo
Fairytale right.png Brasil Fernando Z Brasil Flamengo Empréstimo
Fairytale right.png Brasil Muralha V Brasil Flamengo Empréstimo
Fairytale right.png Brasil Igor A Brasil Flamengo Empréstimo
Fairytale right.png Brasil Diego Macedo LD Brasil Bahia Livre
Fairytale right.png Brasil Léo Gago V Brasil Grêmio Livre
Saídas
Jogador Pos. Clube de destino T.
Legenda
Livre: Jogadores que chegaram ou saíram sem custos
Compra/Multa: Jogadores que chegaram ou saíram após compra de direitos/multa rescisória contratual
Empréstimo: Jogadores que chegaram por empréstimo
Prorrogação de contrato: Jogadores que prorrogaram o contrato
Regresso após empréstimo: Jogadores que voltaram após serem emprestados
Saindo por empréstimo: Jogadores emprestados pelo Bragatino
Fim de contrato: Jogadores que saíram após o fim do contrato
Dispensado.: Jogadores que foram dispensados antes do fim do contrato
Fatos[editar | editar código-fonte]
A família Chedid é bastante ligada ao Bragantino. O primeiro presidente do clube foi Hafiz Abi Chedid, e entre seus sucessores estão incluídos seus filhos Jesus Abi Chedid e Nabi Abi Chedid, e os atual presidente, Marco Antônio Abi Chedid, filho de Nabi.
A familia Bonucci, de origem italiana e há várias gerações com raízes em Bragança Paulista também contribuiu na história do Clube Atlético Bragantino, primeiramente com o seu Presidente o Monsenhor Domingos Bonucci, na década de 1950 e também com seus irmãos Julio Bonucci Filho (Presidente do Conselho Deliberativo) que redigiu o estatuto do Clube, e José Roberto Bonucci (Beto Bonucci) que foi Presidente do Clube no ano de 1979 quando o Braga se sagrou Campeão Paulista da Terceira Divisão. Beto Bonucci também foi Presidente do Conselho Deliberativo, Vice-Presidente em inúmeras gestões de 1978 a 2005 (Ano de seu falecimento)
De 1989 a 1992, o Bragantino foi conhecido como a Linguiça Mecânica, por causa do filme "Laranja Mecânica" (A Clockwork Orange) e porque Bragança Paulista é uma tradicional produtora de linguiça.
Ídolos[editar | editar código-fonte]
Biro-Biro
Gil Baiano
Alê (Alexandre Montrimas)
Marcelo
Mauro Silva
Mazinho
Alberto
Adãozinho
Felipe
Dinélson
Marcos Aurélio
Éverton Santos
Luís Müller
Somália
Davi
Sílvio
João Santos
Treinadores de destaque[editar | editar código-fonte]
Carlos Alberto Parreira
Vanderlei Luxemburgo
Marcelo Veiga
Títulos e Destaques[editar | editar código-fonte]
NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
B Series Brazilian Championship Trophy.png Campeonato Brasileiro - Série B 1 1989
Troféu erie c.jpg
Campeonato Brasileiro - Série C 1 2007
Cbf brazilian championship trophy 02.svg Campeonato Brasileiro - Série A Vice-campeão 1991
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista 1 1990
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista - Série A2 2 1965 e 1988
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista - Série B2 1 1979
São Paulo Torneio Início 1 1991
São Paulo Copa Paulista Vice-campeão 2006
São Paulo Campeonato Paulista do Interior Vice-campeão 2012
Estatísticas[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Temporadas do Bragantino
Participações[editar | editar código-fonte]
Participações em 2015
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última A Aumento R Baixa
São Paulo Campeonato Paulista 18 Campeão (1990) 1966 2015 1
Série A2 36 Campeão (1965, 1988) 1949 2005 3 –
Brasil Campeonato Brasileiro 9 Vice-campeão (1991) 1990 1998 2
Série B 13 Campeão (1989) 1989 2015 1 1
Série C 2 Campeão (2007) 2003 2007 1 –
Copa do Brasil 5 Oitavas de final (2014) 2002 2015
Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]
Brasil Brasil São Paulo São Paulo
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Campeonato Paulista
— Div. Pos. Pts J V E D GP GC Fase Máxima Div. Pos.
2006 Não classificado — A1 14º
2007 C 1º 55 32 16 7 9 46 32 — A1 4º
2008 B 7º 57 38 16 9 13 47 41 2F A1 13º
2009 B 9º 53 38 15 8 15 52 51 — A1 10º
2010 B 8º 53 38 13 14 11 52 37 — A1 16º
2011 B 6º 58 38 16 10 12 63 53 — A1 15º
2012 B 14º 44 38 12 8 18 45 53 — A1 8º
2013 B 12º 47 38 13 8 17 37 43 2F A1 11º
2014 B 16º 46 38 13 7 18 45 55 R16 A1 8º
2015 B A disputar A disputar A1 A/d
Legenda:
Campeão
Vice-campeão
Eliminado na semifinal.
Classificado à Copa Libertadores da América
Classificado à Copa Libertadores da América pelo título da Copa do Brasil ou Copa Libertadores.
Classificado à Copa Sul-Americana
Campeão do Campeonato do Interior
Rebaixado à divisão inferior.
Promovido à divisão superior.
Estádio[editar | editar código-fonte]
Em 2009, o nome do estádio mudou para Estádio Nabi Abi Chedid,o que gerou grande polêmica na cidade, pois Nabi Abi Chedid, já falecido, era pai do atual presidente do clube Marquinhos Chedid. Antes, o estádio do time do Bragantino era Estádio Marcelo Stéfani. Construído em 1949 através do sistema de mutirão, ou seja, pelos próprios torcedores do Massa Bruta, hoje conta com a capacidade máxima de 16.119 assentos.
Uma das curiosidades é que abaixo do gramado foi colocado mais de três metros de palhas para forrar o solo, formando assim um sistema de drenagem de técnica simples e eficaz que garante incrível absorção de água nos dias de chuva.
Atualmente passa por uma reforma estrutural, com a construção de um novo saguão, bares e restaurantes, instalação de rede WI-FI (1º estádio do Brasil), novos camarotes, novas instalações para os profissionais da imprensa, novos banheiros, sem falar na cobertura parcial da arquibancada e do reforço da sustentação do estádio. Presente de aniversário de 80 anos do Bragantino para sua torcida.
Histórico em competições oficiais[editar | editar código-fonte]
Copa Conmebol[editar | editar código-fonte]
1992[editar | editar código-fonte]
Primeira rodada
Bragantino - Grêmio 2-2 1-1 (6-7 Penaltis)
1993[editar | editar código-fonte]
Primeira rodada
Botafogo - Bragantino 3-1 3-2
1996[editar | editar código-fonte]
Primeira rodada
Bragantino - Palmeiras 5-1 0-3
Segunda rodada
Independiente Santa Fe (COL) - Bragantino 1-0 0-0
Uniforme[editar | editar código-fonte]
Este conjunto foi usado pelo Bragantino durante os campeonatos após conquistar o Paulista de 1990. Nasceu a camisa 'carijó'. O atual presidente, Marcos Antonio Nassif Abi Chedid, filho de Nabi, queria algo novo para o Brasileiro, depois do time ter conquistado o título do Paulista de 1990, com Luxemburgo. A camisa, de toda branca, foi desenhada então com desenhos em losangos e trapézios, para um efeito tridimensional, com a cor prata além do preto e branco. O apelido da camisa, de "carijó", apareceu com o tempo. No Paulista 2007, acima da estrela do distintivo, foi colocada a frase "Eternamente Nabi", em homenagem ao dirigente, que faleceu em 2006.
Uniformes atuais[editar | editar código-fonte]
Uniformes dos jogadores
1º - Camisa branca, calção e meias brancas.
2º - Camisa preta, calção e meias pretas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Uniformes dos goleiros
Camisa laranja, calção preto e meias pretas.
Camisa preta, calção e meias pretas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Uniformes anteriores[editar | editar código-fonte]
2011
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
2010
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
2009
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
2008 (2º Semestre)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
2008 (1º Semestre)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
2007
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]
Posição: 36º
Pontuação: 3968 pontos
Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil, atualizado em 21 de Dezembro de 2012.3
Ver também[editar | editar código-fonte]
Clubes Brasileiros de Futebol
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Site oficial do clube
Referências
Ir para cima ↑ Elenco atual de Futebol (em português) Site oficial do Clube Atlético Bragantino. Visitado em 2 de fevereiro de 2015.
Ir para cima ↑ Comissão Futebol Profissional (em português) Site oficial do Clube Atlético Bragantino. Visitado em 2 de fevereiro de 2015.
Ir para cima ↑ Ranking da CBF.
[Expandir] Clube Atlético Bragantino
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Esporte Clube XV de Novembro (Piracicaba)
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XV de Piracicaba
XV 2015.png
Nome Esporte Clube XV de Novembro
Alcunhas XV
Nhô Quim
Torcedor/Adepto Quinzista
Mascote Nhô Quim (Caipira)
Fundação 15 de novembro de 1913 (101 anos)
Estádio Roberto Gomes Pedrosa (antigo)
Barão de Serra Negra (atual)
Capacidade 18.000 lugares 1
Localização Piracicaba (SP)
Presidente Brasil Celso Christofolletti
Treinador Brasil Toninho Cecílio
Patrocinador Brasil Unimed
Brasil Cosan
Brasil Nutriplus
Estados Unidos Caterpillar
Material esportivo Brasil Deffende
Competição São Paulo Campeonato Paulista
São Paulo Copa Paulista
São Paulo A1 2014
São Paulo CP 2014 14º Colocado
3º Colocado
São Paulo A1 2013
São Paulo CP 2013 10º Colocado
3º Colocado
São Paulo A1 2012
São Paulo CP 2012 16º Colocado
6º Colocado
Ranking nacional 56º, 314 pontos
Website Esporte Clube XV de Novembro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
editar
O Esporte Clube XV de Novembro, mais conhecido como XV de Piracicaba, é uma agremiação brasileira de esporte da cidade de Piracicaba, interior de São Paulo.
Fundado em 15 de novembro de 1913, o XV de Piracicaba é um tradicional clube paulista que já foi vice-campeão do Campeonato Paulista da Primeira Divisão, quando seu presidente era o lendário Romeu Italo Ripoli. Além disso, conquistou cinco títulos no Campeonato Paulista da Série A2 e um título no Campeonato Brasileiro da Série C.
Atualmente, o XV de Piracicaba disputa a Série A1 do Campeonato Paulista e a Copa Paulista.
Índice [esconder]
1 História
1.1 O Início
1.2 Anos 60 até anos 90
1.3 Recordes
1.4 Anos 2000
1.5 Atualidade
1.6 2013: O Centenário do XV
2 2014
3 Títulos
3.1 Basquete
4 Estatísticas
5 Elenco atual
6 Comissão técnica
7 Transferências 2014
7.1 Últimas temporadas
8 Jogadores cedidos para a Seleção Brasileira
9 Sedes e estádios
9.1 Barão de Serra Negra
10 Torcidas
10.1 Torcidas organizadas
11 Ranking da CBF
12 Referências
13 Ligações externas
História[editar | editar código-fonte]
O XV de Novembro foi fundado no ano de 1913, tendo por diversos anos participado do Campeonato Paulista da primeira divisão. Seu título mais expressivo foi o vice-campeonato em 1976. O clube já conquistou vários títulos, dentre os quais se destacam os campeonatos paulistas da segunda divisão de 1947, 1948, 1967, 1983 e também de 2011. O XV conquistou também o Campeonato Brasileiro da Série C de 1995. O seu mascote é o Nhô Quim, criado por Edson Rontani, e retrata o típico torcedor piracicabano descendente de italianos.
O Início[editar | editar código-fonte]
A cidade de Piracicaba era conhecida nos anos 1910 como pérola paulista, devido ao nível intelectual avançado de sua população. Nesta época, duas tradicionais famílias piracicabanas, Pousa e Guerrini, comandavam o futebol amador no município. A família Pousa gerenciava o Esporte Clube Vergueirense, enquanto os Guerrini tomavam conta do 12 de Outubro.
Em outubro de 1913, as duas famílias se reuniram e resolveram montar uma única equipe que representasse a cidade. Convidaram então Carlos Wingeter, cirurgião dentista e capitão da Guarda Nacional, para ser o presidente do clube que estava se formando com a fusão das duas famílias.
Wingeter, filho do religioso alemão Jacob Philip Wingerter, aceitou o convite prontamente, mas com apenas uma exigência: o nome do novo time teria que ser XV de Novembro, em homenagem à data marcada pela proclamação da República. Este foi o pontapé inicial para o surgimento do Esporte Clube XV de Novembro de Piracicaba, equipe rapidamente acolhida pela população piracicabana. 2
Anos 60 até anos 90[editar | editar código-fonte]
Tradicional escudo do XV de Piracicaba
Em 1964, sob o comando de Ripoli, o XV fez uma excursão pela Europa e pela Ásia. Naquela época, o Brasil já era bicampeão mundial e apenas o Santos e o Botafogo faziam esse tipo de viagem. Nessa época, o XV de Piracicaba jogou na Suécia, na Polônia, na Alemanha (Ocidental e Oriental, divisão política da época), na Dinamarca, e nas então repúblicas soviéticas da Rússia, Ucrânia, Moldávia, Cazaquistão e Uzbequistão.
Em 1973, Ripoli voltou à presidência do XV e levou o time à sua maior conquista, o vice-campeonato paulista de 1976, ano em que o Palmeiras foi campeão. Em 1979, o XV foi o 13º colocado do Campeonato Brasileiro de Futebol, a melhor colocação de sua história no torneio. Nesse mesmo campeonato, o XV goleou a grande equipe do Grêmio por 3x0, em Piracicaba3 . As polêmicas de Ripoli com a Federação Paulista de Futebol mantiveram o time sempre em grande destaque na imprensa, até o falecimento do presidente em 1983.
Em 1980, o XV foi rebaixado no Paulistão de 1980, voltando em 1984. O clube se manteve no Paulistão de 1984 até 1995, último ano em que o XV participou da primeira divisão do futebol paulista até então. Depois desceu para a segunda e posteriormente para a terceira divisão. Jogou a segunda divisão em 1996, 1997, 1998, 1999 e 2000.
Recordes[editar | editar código-fonte]
Mesmo rebaixado em 1995 no Campeonato Paulista e ausente dele por 17 anos, a equipe piracicabana ia muito bem na Série B Brasileirão. Em 1998, por exemplo, o XV obteve sete vitórias consecutivas no início do campeonato. Até hoje, esse é o recorde de vitórias nas rodadas iniciais da segunda divisão nacional.
Anos 2000[editar | editar código-fonte]
De 2001 até 2005, jogou a terceira divisão estadual. No ano de 2005, o time subiu para a segunda divisão, porém, devido à fraca campanha na Série A2 de 2006, voltou a ser rebaixado. Disputou a terceira em 2007, 2008, 2009 e em 2010, esse último, em que voltou à Série A2. Mesmo estando nas divisões inferiores do futebol paulista, a média de públicos nos jogos em Piracicaba era grande. Havia jogos em que o público era de 10 mil espectadores, como no jogo entre XV e Olímpia pela terceira fase da A3 de 20074
Atualidade[editar | editar código-fonte]
Nos últimos anos, o XV vem passando por uma reestruturação na organização e planejamento, ou seja, apostando nas categorias de base, a qual conseguiu pela primeira vez chegar à final da primeira divisão do campeonato paulista Sub-20, em 2007, que teve como campeão a equipe do Santos F.C.
Em 2008, com um mau planejamento, o XV não conseguiu o tão sonhado acesso no campeonato paulista da série A3. Porém, o ano não foi de todo ruim para o time piracicabano, pois, no segundo semestre, o clube chegou à final da Copa Paulista 2008, sendo derrotado apenas pelo Atlético de Sorocaba (no estádio Barão de Serra Negra) por 3x2.
No segundo semestre, embora não tenha conseguindo a vaga na Copa do Brasil 2008, o XV formou uma equipe muito boa e a base desse time foi mantida para a disputa do Campeonato Paulista da Série A3 de 2009. Porém, o time fracassou na fase final da série A3 e não conseguiu o acesso. Já em 2010, o XV disputou novamente a Série A3, terminando a primeira fase em 7º lugar e classificando-se para a fase seguinte. Na segunda fase, conseguiu ficar em segundo lugar no seu grupo e garantiu o acesso à série A2.
No ano de 2011, o XV fez uma excelente campanha e terminou a primeira fase como segundo colocado de seu grupo na Série A2. Na fase seguinte, foi o primeiro colocado de seu grupo e se qualificou para disputar a final do campeonato. Empatou com o Guarani por 2x2 no tempo normal e na prorrogação, venceu nos pênaltis por 4x2. Dessa forma, conquistou seu segundo acesso seguido e voltou a elite paulista depois de 17 anos fora dela.
Em 2012, o ano tinha tudo pra ser inesquecível para os torcedores do XV, porém, não foi assim que aconteceu. De volta a Série A1, o XV ficou mais da metade do campeonato na Zona do rebaixamento, se livrando da degola apenas na última rodada, num empate com a equipe do Mogi Mirim Esporte Clube por 2x2, na casa do adversário.5 No segundo semestre, a equipe disputou a Copa Paulista de Futebol e, após ótimas campanhas nas duas primeiras fases, foi eliminada nas quartas de final.
2013: O Centenário do XV[editar | editar código-fonte]
O selo do centenário do XV de Piracicaba.
No dia 15 de novembro de 2013 o XV se tornou mais um clube centenário no Brasil, e a primeira meta do time piracicabano já foi cumprida em 2012: não ser rebaixado e disputar o Campeonato Paulista de Futebol de 2013 - Série A1. Para o Paulistão, a nova diretoria do XV, contratou 21 jogadores e entre eles, os experientes atletas Fabiano, com passagens por São Paulo, Internacional e Santos, e Danilo Sacramento, vice-campeão paulista com o Guarani em 2012.
Outra aposta certeira da diretoria alvinegra, foi a contratação do experiente técnico Sérgio Guedes, que quase livrou o Sport do rebaixamento no Campeonato Brasileiro de 2012. Houve muitas especulações de que o técnico, que estava emprestado ao time pernambucano, não voltaria para comandar o XV no Paulista, mas o treinador honrou sua palavra dada ao presidente Celso Christofolletti e veio para Piracicaba. Com Sérgio no comando, o XV conseguiu se manter na principal divisão do Futebol Paulista.
O selo dos 100 anos do XV de Piracicaba já está pronto e a camisa centenária, produto muito aguardado pelos torcedores, foi divulgada ao público no dia 16 de janeiro, ao vivo no Jornal da EPTV.
Em 2013, o XV encerrou sua participação na 1ª fase do Paulistão na 10ª colocação, com 6 vitórias, 7 empates e 6 derrotas. Marcou 31 gols e sofreu 30. Na Copa Paulista, disputada no segundo semestre, atingiu as semifinais.
2014[editar | editar código-fonte]
No primeiro semestre desse ano, o clube terminou o Campeonato Paulista na 14ª posição, tendo obtido 5 vitórias, 4 empates e 6 derrotas. Marcou 18 gols e sofreu outros 18.
No segundo semestre, o XV disputou a Copa Paulista e atingiu as semifinais. Jogou 22 vezes, conseguindo 10 vitórias, 7 empates e 5 derrotas. Marcou 34 gols e sofreu 22.
Títulos[editar | editar código-fonte]
Nacionais
Competição Títulos Temporadas
Troféu erie c.jpg Campeonato Brasileiro - Série C 1 1995
Regional
Competição Títulos Temporadas
Trophy(transp).png Copa Brasil Central 1 1969
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
São Paulo Campeonato Paulista do Interior 4 1931, 1932, 1947 e 1948
São Paulo Campeonato Paulista - Série A2 5 1947, 1948, 1967, 1983 e 2011
São Paulo Torneio Início 1 1949
Outras conquistas
Competição Títulos Temporadas
São Paulo Taça dos Invictos 1 1967
Basketball.svg Basquete[editar | editar código-fonte]
Campeonato Paulista: 2 (1957 e 1960)
Campeonato Paulista Feminino: 5 (1959, 1960, 1962, 1964 e 1966)
Campeonato Paulista do Interior: 6 (1955, 1957, 1958, 1959, 1960 e 1974)
Torneio Novo Milênio de Basquete: 1 (2011)
Estatísticas[editar | editar código-fonte]
Brasil Campeonato Brasileiro - Série A (3 participações)
Ano 1977 1978 1979
Pos. 22° 61º 13º
Brasil Campeonato Brasileiro - Série B (12 participações)
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. 38° — — — 12° — — — — 12°
Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999
Pos. 11º 49° — — — — 10º 15° 5º 9º
Ano 2000 2001 2002 2003
Pos. 28º 18º Red Arrow Down.svg 25º — — — — — — —
Brasil Campeonato Brasileiro - Série C (3 participações)
Ano 1988 1995 2003
Pos. 29° Green Arrow Up.svg 1º 69º
Brasil Copa do Brasil (1 participação)
Ano 1991
Pos. 18°
Elenco atual[editar | editar código-fonte]
Goleiros
Jogador
Brasil Neto
Brasil Renan
Brasil Thiago Passos
Brasil Diogo Silva
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Gláuber Z
Brasil Everton Dé Z
Brasil Romário Z
Brasil Allan Z
Brasil Peralta Z
Brasil Wescley Z
Brasil Felipe LD
Brasil Giovane LD
Brasil Denis LE
Brasil Ramón LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Clayton V
Brasil Adilson Goiano V
Brasil Felipe Ribeiro V
Brasil Cunha V
Brasil Felipe Chagas V
Brasil Alan Bahia V
Brasil Douglas F. V
Brasil Rodolfo M
Brasil Matheus M
Brasil Juliano Almeida M
Atacantes
Jogador
Brasil Celsinho
Brasil Cafu
Brasil Douglas
Brasil Pedro
Brasil Nikolas
Brasil Bruninho
Brasil Adilson
Legenda
Capitão: Capitão
PenalizadoExpulso: Jogador suspenso
Lesionado: Jogador lesionado
+: Jogador em fase final de recuperação
+: Jogador que volta de lesão/contusão
Sem condições.: Jogador sem condições físicas ou não regularizado junto à CBF
Comissão técnica[editar | editar código-fonte]
Comissão técnica
Nome Função
Brasil Toninho Cecílio Treinador
Brasil Régis Angeli Assistente
Brasil Cléber Gaúcho Assistente
Brasil Wagner de Moraes Assistente
Brasil Caio Luz Preparador físico
Brasil Thiago Funis Treinador de goleiros
Brasil José Roberto Alleoni Médico
Comissão técnica
Nome Função
Brasil Thiago Tanaka Fisioterapeuta
Brasil Adenilson Gazola Massagista
Brasil Sergio Camarda Fisiologista
Brasil Sival Acário Mordomo
Brasil Paulo Moraes Gerente de futebol
Brasil Marlon Ferreira Supervisor técnico
Transferências 2014[editar | editar código-fonte]
Entradas Entradas
Jogador Pos. Clube anterior Ref.
Brasil Alan Bahia V Brasil Rio Verde-GO
Brasil Leonardo Luiz Z Brasil Volta Redonda
Brasil Douglas F. Z Flag of Spain.svg Espanha Real Madrid B
Brasil Danilo Sacramento Z Brasil CRB
Saídas Saídas
Jogador Pos. Clube de destino Ref.
Legenda
Vindo de Empréstimo: Jogadores que retornam de empréstimo
Emprestado: Jogadores emprestados
Últimas temporadas[editar | editar código-fonte]
XV de Piracicaba
— Brasil Nacional São Paulo Estaduais
Ano Campeonato Brasileiro Campeonato Paulista Copa Paulista
— Div. Pos. J V E D GP GC Div. Pos. Pos.
2001 B 18º 26 12 2 12 39 45 A3 6º –
2002 B 25º 25 5 4 16 19 44 A3 3° –
2003 C 69° 4 1 1 2 2 3 A3 7° –
2007 - - - - - - - - A3 7° –
2008 - - - - - - - - A3 11° 2°
2009 - - - - - - - - A3 6° 8º
2010 - - - - - - - - A3 4° 5º
2011 - - - - - - - - A2 1° 12º
2012 - - - - - - - - A1 16° 6º
2013 - - - - - - - - A1 10° 3º
2014 - - - - - - - - A1 14° 3º
Legenda:
Campeão
Vice-campeão
Rebaixado
Jogadores cedidos para a Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]
1º-Neves, em uma oportunidade:
Brasil 4x0 Paraguai; Taça Oswaldo Cruz, em 25 de julho de 1968.
2º-Doriva, em três oportunidades:
Brasil 4x2 Valencia-ESP; (amistoso), em 27 de abril de 1995;
Brasil 2x1 Israel; (amistoso), em 17 de maio de 1995;
Brasil 3x0 Japão; (Copa Umbro), em 6 de junho de 1995.
Sedes e estádios[editar | editar código-fonte]
Barão de Serra Negra[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Estádio Barão de Serra Negra
O estádio em que o XV manda seus jogos chama-se Barão de Serra Negra, em Piracicaba, e localiza-se na Rua Silva Jardim, próximo à Rua XV de Novembro, rua essa que dá nome ao time. O estádio tem capacidade para 26.500 pessoas, mas por questões de segurança, a CBF só libera 19 mil lugares.
O jogo de inauguração do Barão, como é popularmente conhecido, foi contra o Palmeiras e terminou com o placar de 0x0.
Torcidas[editar | editar código-fonte]
Torcidas organizadas[editar | editar código-fonte]
Torcida Uniformizada Esquadrão
AR-XV
Super Raça XVzista
Torcida São Dimas (TSD-XV)
Torcida Unidas do XV
Coração XVzista
Metal XV
Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]
Temporada 2012(*):
Posição: 56º
Pontuação: 314 pontos
Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil. (*)Com a reforma dos critérios do ranking em 2013, o clube não aparece no ranking atual do mesmo.
Referências
Ir para cima ↑ CNEF da CBF (PDF) (em português) Site Oficial da CBF. Visitado em 09/03/12.
Ir para cima ↑ XV de Piracicaba - História
Ir para cima ↑ XV de Piracicaba 3x0 Grêmio
Ir para cima ↑ XV de Piracicaba perde em casa lotada
Ir para cima ↑ XV escapa da degola no Paulista
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Site oficial (em português)
Twitter Oficial do clube
Site oficial da torcida (em português)
[Expandir] Esporte Clube XV de Novembro (Pirac
São José Esporte Clube
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
São José E.C.
São José EC.png
Nome São José Esporte Clube
Alcunhas Águia do Vale
Mascote Águia
Fundação 13 de agosto de 1933 (81 anos)1
Estádio Martins Pereira
Capacidade 16.5002
Presidente Brasil Benevides Ferneda
Treinador Tuca Guimarães
Patrocinador Brasil Unimed
Material esportivo Brasil RT Sports
Competição São Paulo Campeonato Paulista - Série A2
São Paulo A2 2014 20º Colocado (rebaixado)
São Paulo A2 2013 9º Colocado
São Paulo A2 2012
São Paulo CP 2012 13º Colocado
27º Colocado
Website São José Esporte Clube
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
editar
São José Esporte Clube (nascido como "Esporte Clube São José”) é um tradicional clube de futebol de São José dos Campos, da região do Vale do Paraíba, estado de São Paulo.
Fundado em 13 de agosto de 1933, suas cores são o azul, o amarelo e o branco. Seu melhor momento no futebol ocorreu em 1989, ano em que foi vice-campeão do Paulistão, vice-campeão do Brasileiro Série B e ainda conquistou diversos torneios regionais em uma vitoriosa excursão pela Europa.
Índice [esconder]
1 História
2 Símbolos
3 Estádio
4 Desempenho por temporadas
5 Elenco atual
5.1 Comissão técnica
6 Torcida
6.1 Torcida Mancha Azul
6.2 Torcida Sangue Joseense
6.3 Guerreiros da Águia
6.4 Torcida Uniformizada do São José (TUSJ)
7 Títulos
7.1 Internacionais
7.2 Nacionais
7.3 Estaduais
7.4 Regionais
7.5 Principais acessos
8 Futebol feminino
8.1 Títulos
8.1.1 Internacionais
8.1.2 Nacionais
8.1.3 Estaduais
8.2 Elenco atual
8.2.1 Comissão técnica
9 Técnicos
10 Presidentes
11 Ranking da CBF
12 Rivais
13 Referências
14 Ligações externas
História[editar | editar código-fonte]
No dia 13 de agosto de 1933, o esportista Galiano Alves fundou o Esporte Clube São José, nascendo de uma dissidência da Associação Esportiva São José (Clube da cidade que possui a equipe de basquete São José Basketball), que naquela época possuía alguns dos principais jogadores do futebol amador da cidade. A equipe se manteve participando de torneios amadores em São José dos Campos durante trinta e um anos até se profissionalizar no dia 8 de março de 1964, ano em que sagrou-se campeão da terceira divisão paulista (equivalente a atual Série B1-A), após passar pela Bancária de Fernandópolis, logo na primeira temporada como time profissional.
Naquela época o time também era chamado pelos torcedores apenas de "Esporte". Em 1965, o Esporte Clube São José conseguiu o segundo título e acesso consecutivo, ao derrotar o Orlândia por 2 a 1 e garantir o título da segunda divisão (equivalente a atual Série A-3 do Campeonato Paulista). Com isso, o "Formigão do Vale", como também era chamado naquela época, pôde participar pela primeira vez em sua história da divisão de acesso do Campeonato Paulista (equivalente a atual Série A-2), em 1966.
Em sua primeira fase, o clube utilizava um uniforme com camisas pretas, listas verticais brancas e calções pretos (semelhante ao segundo uniforme do Corinthians) e atuava no Estádio da Rua Antônio Saes, onde posteriormente foi construído o prédio do Supermercado Jumbo-Eletro e atualmente funciona um templo da Igreja Universal do Reino de Deus. O atual Estádio Martins Pereira só seria inaugurado em 1970. Em 1972, a equipe chegou a ser campeã da Primeira Divisão (divisão de acesso), empatando em 0 a 0 com o Garça, na cidade do adversário, mas naquele ano o campeonato não dava direito a acesso à Divisão Especial (divisão de elite e atual Série A1).
O time profissional da cidade continuou com esse nome até dezembro de 1976 quando, atolado em dívidas, e quase falido, foi obrigado a mudar de nome para fugir das cobranças e ameaças de penhora. Na oportunidade, Altamirando Negrão de Palma assumiu a presidência do clube e, junto de outros três diretores, Geraldo Marcolongo, Sérgio Ângelo e Pedro Yves Simão, procuraram ajuda na Federação Paulista de Futebol, que fez com que o Esporte Clube São José se transformasse em São José Esporte Clube, mudando inclusive as cores do uniforme e o distintivo. O alvinegro foi substituído pelo azul, amarelo e branco, que são as cores oficiais da cidade. O distintivo também se tornou semelhante ao brasão da cidade de São José dos Campos e a mascote passou a ser a "Águia do Vale".
Campeão da Série A2 de 1980, o time estreou no Paulistão em 1981, realizando uma ótima campanha, que lhe rendeu uma vaga para a Série A do Brasileiro de 1982. Rebaixado em 1983, o time voltou à Série A1 em 1988, chegando às semifinais do torneio. O maior feito de sua história foi o vice-campeonato paulista da divisão maior, obtido em 1989; o São Paulo foi campeão graças a uma vitória por 1 a 0 com um gol contra marcado pelo lateral esquerdo André Luís, no Morumbi, assim como a uma absurda inversão de campo no segundo jogo, o que levou a partida decisiva - que inicialmente deveria ser realizada no estádio Martins Pereira - para a casa do São Paulo, em uma das maiores injustiças já ocorridas no futebol paulista. No ano seguinte, em sua segunda participação na Série A do Campeonato Brasileiro, o clube conseguiu escapar da degola na penúltima rodada da primeira fase da competição; porém, após o término do campeonato, o Vitória da Bahia conseguiu recuperar no STJD os 5 pontos que havia perdido por escalar um jogador irregular, após muita movimentação nos bastidores, o que acabou decretando o rebaixamento da Águia 3 .
Símbolos[editar | editar código-fonte]
Escudo: Inspirado no emblema da cidade de São José dos Campos, que é semelhante (a diferença está no número de dentes da engrenagem, 12 no escudo do clube contra 13 no emblema da cidade, e o nome do time na faixa branca que representa o rio Paraíba do Sul), o emblema do São José Esporte Clube surgiu com a mudança de nome em 1976, quando deixou de ser Esporte Clube São José. Em 2003, com a terceirização e a mudança de nome para Esporte São José, o escudo mudou também trazendo uma águia dentro do escudo antigo; todavia, em 2005, quando voltou a se chamar São José Esporte Clube, o tradicional escudo voltou.4
Mascote: Até 1976 a mascote do São José era a Formiga (mascote adotado por outra agremiação da cidade - o desativado Futebol Clube Primeira Camisa - em homenagem ao clube); a Águia é a mascote oficial do São José desde 1978, na gestão do presidente Laerte Pinto da Cunha. Quando mudou de nome e de cores, no final de 76, o São José havia sido apelidado de "Azulão do Vale". O mascote foi escolhido porque a Águia é um animal de muita garra e que luta até o fim mesmo contra todas as dificuldades.5
Estádio[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Estádio Martins Pereira
Martins Pereira em jogo noturno da Águia.
O Estádio Martins Pereira foi inaugurado no dia 15 de março de 1970, com o jogo amistoso entre Atlético/MG e Internacional/RS, vencido pelo time mineiro por 1 a 0. O gol foi marcado por Dadá Maravilha, aos 29 minutos do primeiro tempo.6 Naquela época, o time da cidade ainda era o Esporte Clube São José, o "Formigão do Vale", de cores alvi-negras. A primeira partida do antigo Formigão em seu estádio foi contra o Nacional de São Paulo, perdendo por 1 a 0, no dia 22 de março de 70. A primeira vitória só aconteceria uma semana depois, contra o Saad de São Caetano, por 2 a 1.
O estádio começou a ser construído em 1968, sacrificando o futebol profissional da cidade, que ficou dois anos desativados. Antes, o "Formigão do Vale" mandava seus jogos no estádio da Rua Antônio Saes, com arquibancadas de madeira e capacidade para cerca de 5 mil torcedores, e que foi vendido para a construção do novo estádio.
O São José Esporte Clube, já com nova ata e novo estatuto, fez seu primeiro jogo oficial no Estádio Martins Pereira em janeiro de 1977, contra o São Paulo, empatando em 0 a 0.
O recorde oficial de público em um jogo aconteceu em 1987, numa partida entre São José e São Paulo, válida pelo Campeonato Paulista: 22 mil pessoas estavam presentes. Todavia, supõe-se que esse recorde foi batido no jogo São José 1 x 1 São Paulo pelo Paulistão-97, onde 19 mil pagantes e aproximadamente 6 mil pessoas entraram de graça, o que daria um público de aproximadamente 25 mil pessoas.
Desempenho por temporadas[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Temporadas do São José Esporte Clube
2013 - A Águia iniciou a temporada de 2013 disputando pela sétima vez consecutiva uma edição do Campeonato Paulista Série A2. A edição desse ano marcou o reencontro do São José com o Guaratinguetá Futebol Ltda.; o campeonato também teve como atração a presença da Portuguesa de Desportos. A equipe, comandada pelo treinador Márcio Bittencourt, iniciou sua batalha rumo ao acesso em 23 de janeiro de 2013, enfrentando o Red Bull Brasil, no Martins Pereira. O time estreou com uma vitória e iniciou bem o campeonato, porém logo teve uma queda de rendimento e não conseguia se firmar entre os 8 primeiros colocados. A equipe mostrava ter uma defesa consistente, porém também evidenciava sérias deficiências no ataque. O time manteve essa toada até a penúltima rodada, quando empatou em casa com a Ferroviária de Araraquara: o presidente Robertinho da Padaria decidiu então dispensar Bittencourt e trouxe para a última rodada o técnico Moisés Egert. Todavia, o time não teve forças para buscar a necessária vitória contra o Audax, e acabou sofrendo uma humilhante goleada de 5x0 e sendo eliminado na primeira fase do certame.
Um dia depois da vexatória eliminação e da sétima temporada fracassada seguida no comando da Águia, o presidente Robertinho da Padaria anunciou que entregará o cargo em outubro, quando terminará o seu mandato, e também que a equipe provavelmente não disputará a Copa Paulista no segundo semestre. 7
2014 - A Águia inicia a sua preparação para o Campeonato Paulista de Futebol de 2014 - Série A2, com a posse do Presidente "Geléia". O técnico para a disputa será Ruy Scarpino. Com a reforma do Estádio Martins Pereira para a Copa do Mundo FIFA de 2014, o São José Esporte Clube deverá mandar seus jogos em Caçapava, no Estádio Satiro de Oliveira. Parcerias estão sendo acordadas, como a parceria com a Ambev, com o programa "Movimento por um Futebol Melhor" que visa atrair mais sócios para o clube. Uma outra parceria é com o músico e empresário Gabriel, o Pensador e seu projeto "Pensador Futebol". Recentemente, o nome do lateral-esquerdo Gustavo Nery, campeão do Campeonato Brasileiro de Futebol de 2005 com o Corinthians, surgiu nos bastidores do clube. Entretanto, até o presente momento, é apenas uma especulação. Reuniões com empresários da cidade estão sendo realizadas em busca de novas parcerias, e um dos nomes acordados é do ex-atacante e ídolo do São José Esporte Clube, Renato Santiago, que será dirigente de futebol.
Elenco atual[editar | editar código-fonte]
Última atualização: 2 de fevereiro de 2015.
Capitão Atual capitão
Lesionado Jogador contundido
link=Ficheiro:E-NQS_Central.png%E2%80%8E Jogador Emprestado
Goleiros
Jogador
Brasil Vinícius
Brasil Axel
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Henrique Z
Brasil Rafael Silva Z
Brasil Rocha Z
Brasil Felipe Tarracha LD
Brasil Jackson LD
Brasil Maranhão LD
Brasil Anderson Peixe LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Christiano Fernandes V
BrasilItália Amauri V
Brasil Thiago Rogério V
Brasil Bruno Celeste M
Brasil Celinho M
Brasil Guilherme Camargo M
Brasil Paulo Graça M
Atacantes
Jogador
Brasil Cláudio Bala
Brasil Jairo
Brasil Emerson Paraíba
Comissão técnica
Nome Pos.
Vago T
Comissão técnica[editar | editar código-fonte]
Comissão técnic Técnico
Torcida[editar | editar código-fonte]
Sem dúvida uma das maiores torcidas do interior. Poucos clubes do interior possuem uma torcida tão forte e grande como a do São José. Mesmo estando na série A-2, o clube tem médias de públicos muito maiores à maioria dos clubes do interior na série A-1. 8
Torcida Mancha Azul[editar | editar código-fonte]
Disambig grey.svg Nota: Se procura pela torcida do Avaí Futebol Clube, veja Torcida Mancha Azul.
Foi fundada em 1987, tendo atualmente como presidente da torcida Hugo, e contando com 1300 torcedores sócios. 9 10
Torcida Sangue Joseense[editar | editar código-fonte]
Fundada em 19/05/2007, tem sua sede no bairro Jardim Motorama, em São José dos Campos.9
Guerreiros da Águia[editar | editar código-fonte]
Foi criada em 11/06/2007, e tem como símbolo um personagem musculoso.9
Torcida Uniformizada do São José (TUSJ)[editar | editar código-fonte]
Fundada em 19/04/201411 por um antigo membro da Torcida Mancha Azul, tem como símbolo o escudo do time por trás de uma águia em voo. 12
Títulos[editar | editar código-fonte]
Internacionais[editar | editar código-fonte]
Espanha XVI Trofeo Villa de Estepona. Estepona, Espanha: 1989.
Espanha VII Trofeo Ciudad de Portullano. Portullano, Espanha: 1989.
Vice-campeão do Torneio Gaspar Matas. Palamós, Espanha: 1989 13 .
Espanha X Trofeo Ciudad de Palma del Río. Palma del Río, Espanha: 1989.
Vice-campeão do IV Trofeo Arcángel. Córdoba, Espanha: 1989 14 .
Espanha Troféu Acquapark. Torrevieja, Espanha: 1989.
Nacionais[editar | editar código-fonte]
Taça de Vice-campeão Brasileiro. Vice-Campeonato Brasileiro Série B: 1989.
Estaduais[editar | editar código-fonte]
Vice-Campeonato Paulista: 1989.
São Paulo Campeonato Paulista - Série A2: 2 vezes (1972 e 1980).
Vice-Campeonato Paulista A2: 3 vezes (1979, 1987 e 2000).
São Paulo Campeonato Paulista - Série A3: 1965.
Vice-Campeonato Paulista A3: 2006.
São Paulo Campeonato Paulista - Segunda Divisão: 1964.
Regionais[editar | editar código-fonte]
São Paulo Torneio do Vale do Paraíba: 1967.
São Paulo Torneio Rui Dória: 1966.
São Paulo Copa Vale do Paraíba: 1996.
Principais acessos[editar | editar código-fonte]
Acesso ao Campeonato Brasileiro Série A: 2 vezes (1981 e 1989).
Acesso ao Campeonato Brasileiro Série B: 1988.
Acesso ao Campeonato Paulista Série A1: 3 vezes (1980, 1987 e 1996).
Acesso ao Campeonato Paulista Série A2: 2 vezes (1965 e 2006).
Acesso ao Campeonato Paulista Série A3: 1964.
Futebol feminino[editar | editar código-fonte]
O São José Esporte Clube possui um dos melhores times de futebol feminino do Brasil, juntamente com a equipe feminina do Centro Olímpico. Na última oportunidade teve 9 jogadoras convocadas para a seleção principal.
Títulos[editar | editar código-fonte]
Internacionais[editar | editar código-fonte]
RFEF - Copa del Rey.svg Copa do Mundo de Clubes de Futebol Feminino: 2014
Copa Libertadores da América de Futebol Feminino: 3 vezes (2011, 2013 e 2014)
Nacionais[editar | editar código-fonte]
CBF - Brazilian Championship.svg Copa do Brasil de Futebol Feminino: 2 vezes (2012 e 2013)
Vice-Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino: 2013
Estaduais[editar | editar código-fonte]
São Paulo Campeonato Paulista de Futebol Feminino: 2012 e 2014
Vice-Campeonato Paulista de Futebol Feminino: 2010 e 2013
Elenco atual[editar | editar código-fonte]
Última atualização: 18 de novembro de 2013.
Capitão Atual capitã
Lesionado Jogadora contundida
link=Ficheiro:E-NQS_Central.png%E2%80%8E Jogadora Emprestada
Seleção Brasileira Convocada para a Seleção Brasileira de Futebol Feminino
Goleiros
Nº Jogador
- Brasil Kaká Seleção Brasileira
- Brasil Thaís
- Brasil Fernanda
- Brasil Paula
Defensores
Nº Jogador Pos.
- Brasil Bagé Lesionado Seleção Brasileira Z
- Brasil Bruna Benites Seleção Brasileira Z
- Brasil Gislaine Z
- Brasil Renata Diniz Z
- Brasil Janaína Z
- Brasil Poliana Seleção Brasileira LD
- Brasil Paulinha LD
- Brasil Cubana LD
- Brasil Danielli Seleção Brasileira LE
- Brasil Mari LE
Meio-campistas
Nº Jogador Pos.
- Brasil Francielle Lesionado Seleção Brasileira V
- Brasil Michele Nunes V
- Brasil Maglia V
- Brasil Peçanha V
- Brasil Formiga Capitão Seleção Brasileira M
- Brasil Fabiana Seleção Brasileira M
- Brasil Andressa Alves Seleção Brasileira M
- Brasil Priscilinha M
- Brasil Carlinha M
- Brasil Gabriela M
Atacantes
Nº Jogador
- Brasil Giovania
- Brasil Nenê
- Brasil Michele Carioca
- Brasil Alanna
- Brasil Carol
Comissão técnica[editar | editar código-fonte]
Comissão técnica
Brasil Adilson Galdino Técnico
Brasil Paulo César Auxiliar Técnico
Brasil Itamar Lisboa Preparador Físico
Brasil Dr. Francisco Eduardo Fisioterapeuta
Brasil Cristian Azevedo Massagista
Técnicos[editar | editar código-fonte]
Seguem os nomes dos técnicos de passagem vitoriosa pela Águia:
Ademir Mello (in memoriam, vice-campeão Paulista A1)
Afrânio Riul (in memoriam, montou o elenco do acesso de 1996)
Diede Lameiro (acessos de 1964 e 65)
Émerson Leão (quarto lugar no Paulistão de 1988)
Gílson Nunes (acesso em 1996)
Henrique Passos (campeão da A2 de 1980)
Jorge Pinto de Souza (campeão da A2 de 1972)
Marião (in memorian, acesso em 2006)
Paulo Emílio (vice-campeão da Série B do Brasileiro)
Vail Motta (vice-campeão da A2 de 1987)
Presidentes[editar | editar código-fonte]
Segue a lista dos últimos presidentes do São José Esporte Clube:
1975 - Fauze Metene
1976/1978 - Altamirando Negrão Palma
1979/1980 - Laerte Pinto da Cunha
1981/1984 - Augustin Soliva
1984/1986 - Wilson Renato de Lima
1987/1990 - Pedro Yves Simão
1991/1992 - Pedro Dominicalli
1993/1996 - Henrique Ferro
1997 - Lindonice de Brito
1997/1998 - Carlos Lorusso
1998 - Arnaldo Pardal
1998/2000 - Cláudio Santiago
2000 - Manoel Bueno
2001 - José Luis de Almeida
2001/2002 - Pedro Yves Simão
2003 - José Maria de Oliveira
2003/2004 - Benevides Ferneda
2005/2006 - Wilson Renato de Lima
2007/2010 - Hélio Fontes
2010/2012 - Robertinho da Padaria
2012 - Celso Monteiro (interino)
2012/2013 - Robertinho da Padaria
2013 - Benevides Ferneda "Geléia"
Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]
Posição: 83º
Pontuação: 164 pontos
Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.
Rivais[editar | editar código-fonte]
Os tradicionais rivais da Águia do Vale são o Esporte Clube Taubaté e a Esportiva de Guaratinguetá. Com a extinção dessa última, houve alguns confrontos contra o Guaratinguetá Futebol que ficou 1 ano atuando em Americana com o nome da cidade. O equilibrado confronto contra o Taubaté é chamado pelos torcedores e pela imprensa de Clássico do Vale. 15
Referências
Ir para cima ↑ História do São José
Ir para cima ↑ São José Esporte Clube - Nota: Nem todos os dados estão corretos. O que pode-se considerar correto é a capacidade do estádio
Ir para cima ↑ O Estado de S. Paulo, acervo Estadão, 20 de novembro de 1990.
Ir para cima ↑ Polêmica à vista
Ir para cima ↑ Símbolos do São José
Ir para cima ↑ Martins Pereira
Ir para cima ↑ {http://globoesporte.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/futebol/times/sao-jose-sp/noticia/2013/04/apos-despedida-vexatoria-na-serie-a2-sao-jose-fecha-portas.html}
Ir para cima ↑ Súmulas dos jogos no sítio da FPF
↑ Ir para: a b c Organizadas Brasil. Torcidas organizadas do Estado de SP. Visitado em 03/06/2011.
Ir para cima ↑ Site oficial da Torcida da Mancha Azul. Mancha Azul.
Ir para cima ↑ Flávio Sjec (19/04/2014). Carta de Apresentação da Torcida Uniformizada do São José (TUSJ). Visitado em 04/02/2015.
Ir para cima ↑ Davi Jah (02/01/2015). Website oficial da Torcida Uniformizada do São José (TUSJ). Visitado em 04/02/2015.
Ir para cima ↑ http://www.museudeesportes.sjc.sp.gov.br/exp_acervo_trofeus.asp?decada=8&modalidade=6&pagina=6
Ir para cima ↑ http://www.museudeesportes.sjc.sp.gov.br/exp_acervo_trofeus.asp?decada=8&modalidade=6&pagina=7
Ir para cima ↑ Confrontos entre São José e Taubaté na Série A1.
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Site Oficial (em )
Historiador - Alberto Simões
Site FPF
Site Mancha Azul
Artigo VNews
Club Athletico Paulistano
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Paulistano
CA Paulistano.svg
Nome Club Athletico Paulistano
Fundação 29 de dezembro de 1900 (114 anos)
Estádio Velódromo da Consolação
(de 1900 a 1915) e
Jardim América
(de 1917 a 1929)
Capacidade 10.000 (Velódromo) e
15.000 (Jardim América)
Localização Rua Honduras 1403, São Paulo/SP
Presidente Brasil José Manuel Castro Santos
Competição São Paulo Campeonato Paulista (11 títulos)
Website paulistano.org.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
editar
O Club Athletico Paulistano é um clube poliesportivo brasileiro sediado em São Paulo, fundado em 29 de dezembro de 1910, suas cores são vermelha e branca. Sua sede encontra-se no Jardim América, próximo a Avenida Paulista.
O Club Athletico Paulistano conta com times de diversas modalidades esportivas amadoras, possuindo a única quadra no Brasil de pelota basca e gerou a Sociedade Harmonia de Tênis. É até hoje um dos clubes mais exclusivos do Brasil.
Índice [esconder]
1 Futebol
2 História
3 Títulos
4 Ver também
5 Basquetebol
5.1 História
5.2 Últimas temporadas
5.3 Elenco
5.4 Jogadores famosos
6 Ver também
7 Notas e referências
8 Ligações externas
Futebol[editar | editar código-fonte]
Formou um importante clube de futebol no início do século XX, tendo vencido o Campeonato Paulista de Futebol onze vezes (1905, 1908, 1913, 1916, 1917, 1918, 1919, 1921, 1926, 1927 e 1929).
Até hoje, o Club Athletico Paulistano, que fechou seu departamento de futebol em 1929, é o único clube a ter sido tetracampeão paulista consecutivamente, em 1916, 1917, 1918 e 1919. Nenhum clube paulista conseguiu igualar tal marca.1
Seu uniforme titular era formado por uma camisa e calção brancos com detalhes em vermelho, e meias pretas2 . O segundo uniforme tinha camisa vermelha, calção branco e meias pretas3 .
História[editar | editar código-fonte]
Renato Miranda, Olavo de Barros e Sílvio Penteado assistiram, no Colégio Mackenzie, uma partida de futebol deste contra o Internacional, e ficaram estusiasmados. Assim, começou a nascer a ideia de se criar uma nova equipe de futebol que fosse para brasileiros e que representasse a cidade.
No fim de dezembro de 1900, na rua São Bento, nº5, houve a reunião que selou definitivamente a fundação daquele que seria o maior time do país no seu tempo. Como um dos fundadores da Liga Paulista, o Paulistano disputou todos os campeonatos por ela promovidos até 1912.
Em 1913 ocorre a primeira cisão das ligas, e o Paulistano liderava a criação da APEA. Na verdade, a equipe discordava da popularização que o esporte estava sofrendo com o surgimento de clubes como Corinthians e Ypiranga.
Em 1915, houve a desapropriação do terreno do Velódromo, o Club Athletico Paulistano ficou sem sua sede esportiva. Foi então decisiva a ação de um dos sócios fundadores, Manuel Carlos Aranha, neto, o Carlito Aranha que, juntamente com um grupo de rapazes, conseguiu que o time do Paulistano não acabasse. Um novo terreno foi adquirido no Jardim América, entretanto o Paulistano não possuía, de imediato, local para seus treinos. Carlito Aranha pediu emprestado os campos do Palestra Itália e do São Bento e, graças à sua iniciativa, a equipe de futebol do Paulistano pôde participar dos campeonatos.
Por fim, em 1917, foi inaugurado o novo campo do Paulistano, o Estádio Jardim América. Em 1916, a LPF é extinta e a liga criada pelo Paulistano continuou forte de prestigiada. O Paulistano sagrou-se tetracampeão, em 1919, apesar de toda crise pela qual passava.
Time do Paulistano em 1901
Em 1926 o futebol começava a partir para o profissionalismo e o Paulistano, fiel às raízes amadoras do esporte, foi contrário e fundou uma nova liga, a Liga dos Amadores de Futebol (LAF). A liga durou até 1929, quando o time resolveu fechar seu departamento de futebol.
Após ser campeão do último campeonato que disputou, o Paulistão de 1929, o time do Paulistano fez sua derradeira apresentação em 15 de dezembro de 1929. Em seu pequeno campo, o Estádio Jardim América, com bom público no dia, o Alvirubro jogou grande partida, impondo um 6x1 sobre o Antarctica Futebol Clube (que mais tarde teria grande importância para o legado futebolístico do Paulistano), com gols de Mílton (4), Friedenreich e Luizinho para o mandante, e Spitaletti para o time da Moóca.
Sua última formação fora Nestor; Clodô; e Bartô; Romeu, Rueda e Abate; Luizinho, Joãozinho, Friedenreich, Milton e Zuanella. Fora o canto do cisne e uma digna e grandiosa despedida para o Gigante no esporte bretão, que legaria com herança ao mundo, em seu lugar, outro grande time.
Quando saiu dos campos, o Paulistano era disparado o melhor time do estado. Tinha onze títulos contra sete do Corinthians e três do Palestra, além de ter contado com Arthur Friedenreich que foi seu artilheiro por seis vezes.
Fato memorável do clube foi a excursão da equipe de futebol à Europa em 1925, graças à iniciativa do presidente do clube, Antônio Prado Júnior. A equipe disputou dez partidas na França, Suíça e Portugal, perdeu apenas uma das partidas e logo após o término da primeira, vencida com o placar de 7 a 2 sobre o selecionado francês, os brasileiros foram denominados pela imprensa francesa por "Les Rois du football". Algumas das bolas utilizadas na Europa estão na sala de troféus do clube, além de muitos documentos textuais e iconográficos que permitem conhecer com mais profundidade a riqueza de tal feito futebolístico.
Pode-se considerar que o Paulistano abriu as portas do continente europeu para o futebol brasileiro. Tanto que nos anos trinta alguns brasileiros foram representar o futebol europeu, principalmente na Itália. Houve o famoso Anfilogino Guarisi, Filó, que não só jogou em time italiano, como representou a Itália na Copa de 1934, sagrando-se campeão mundial.
Após o fechamento do departamento de futebol, uma grande parte de seus jogadores e alguns membros da diretoria fundaram o que é hoje o São Paulo Futebol Clube.
Títulos[editar | editar código-fonte]
INTERESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Rio-SãoPaulo.png Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo 2 1917Cscr-featured.png e 1920Cscr-featured.png
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista 11 1905Cscr-featured.png, 1908, 1913, 1916, 1917, 1918, 1919, 1921, 1926, 1927Cscr-featured.png e 1929
São Paulo Torneio Início 3 1924, 1926 e 1928
São Paulo Taça Competência 3 1918, 1919 e 1921
São Paulo Campeonato Paulista de Segundos Quadros 1 1914
São Paulo Taça Jockey Club 2 1916 e 1917
São Paulo Taça Álvares Penteado 3 1905, 1908 e 1911
Cscr-featured.png Campeão Invicto
Ver também[editar | editar código-fonte]
Liga Paulista de Futebol
Campeonato Paulista de Futebol
Basquetebol[editar | editar código-fonte]
História[editar | editar código-fonte]
O Clube Athletico Paulistano tem uma participação de destaque no basquetebol brasileiro. Seus times de base conquistam inúmeros títulos pelo estado de São Paulo.
Um desses títulos teve como destaque o time mirim (nascidos em 1993) que conquistou o título da Copa Vitória de Basquete em 1 de maio de 2007.
Na equipe profissional, um dos grandes ídolos do clube foi Marcelo Huertas 4 (mais conhecido como Marcelinho) que hoje joga no basquete espanhol como armador na equipe do Barcelona. Também foi um dos grandes destaques da Seleção Brasileira no Pan-Americano 2007 realizado no Rio de Janeiro. Agora, o Paulistano está na final da 6ª edição do NBB contra o Flamengo, que será no dia 31/05 na HSBC Arena no Rio de Janeiro.
Últimas temporadas[editar | editar código-fonte]
Club Athletico Paulistano
Temporada Novo Basquete Brasil Liga das Américas Liga Sul-Americana Jogos Regionais Jogos Abertos do Interior Jogos Abertos Brasileiros Campeonato Paulista
— Pos. J V D Fase Máxima Fase Máxima Fase Máxima Fase Máxima Fase Máxima Fase Máxima
2008/2009 09º 28 11 17
2009/2010 11º 29 10 19 Final
2010/2011 12º 31 8 23 Quartas de Final
2011/2012 9º 31 17 14 Quartas de Final
2012/2013 8º 42 20 22 Semi - Final
Legenda:
Campeão
Vice-campeão
Classificado à FIBA Liga das Américas
Classificado à Liga Sul-Americana de Basquete
Elenco[editar | editar código-fonte]
Elenco do time no Campeonato Paulista 2013/2014 5
Club Athletico Paulistano (basquete) v • e
Jogadores Comissão Técnica
Pos. # País Nome Altura Nascimento Último Clube
Armador 5 Brasil André 1,93 m 02/04/1981 Tijuca
Ala 6 Brasil Gemerson 2,02 m 29/03/1993 Base
Ala/Pivô 7 Brasil Lucão 2,09 m 27/02/1994 Vitória Basquete
Ala/Pivô 11 Brasil Pilar 1,92 m 14/02/1984 Bauru
Ala/Armador 12 Brasil Pedro 1,90 m 08/07/1987 Suzano Basquete
Armador 14 Brasil Arthur Pecos 1,83 m 01/11/1994 Palmeiras
Ala/Pivô 15 Brasil Renato 2,05 m 20/04/1987 Bauru
Armador 17 Brasil Duso 1,80 m 29/05/1994 Pinheiros
Pivô 20 Brasil Arthur Casimiro 2,06 m 02/05/1992 College of Southern Idaho (USA)
Ala/Armador 22 Estados Unidos Desmond Holloway 1,92 m 28/03/1990 Liga Sorocabana
Armador 26 Estados Unidos Kenny Dawkins 1,80 m 23/07/1987 Liga Sorocabana
Pivô 44 Brasil Mineiro 2,13 m 08/07/1981 Tijuca
Ala/Pivô 55 Brasil Cesar 2,02 m 08/07/1981 Tijuca
Técnico
Gustavo De Conti
Auxiliar Técnico
Eduardo Vinicius Louzada
Outros Membros
Diego Jeleilate (Preparador Físico)
Felipe Nazareth Filomeno (Fisioterapeuta)
Felipe Pellegrini Chamilian (Fisioterapeuta)
José Gediel (Mordomo)
Legenda
(C) Capitão
(S) Suspenso
(J) Juvenil
(INJ) Contundido
• Elenco
• Última atualização: 10/01/2014
Jogadores famosos[editar | editar código-fonte]
Marcelo Huertas
Babby
Kenny Dawkins
Desmond Holloway
Ver também[editar | editar código-fonte]
Campeonato Paulista de Basquete
Liga Nacional de Basquete
Novo Basquete Brasil
Notas e referências[editar | editar código-fonte]
Ir para cima ↑ A História do Campeonato Paulista de Storti e Fontenelle, Folha de S.Paulo
Ir para cima ↑ https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJBzioBoyPQiknjVReq-6-xCru4BUjDDFMS3qoM-10Hh-dvtuPpV-JGp9rSffpAQUknL57ctUviFS8I8CJIDbihXjPnDVpZFa0GWJ028rnzUlbi4A2f7Og8BoQRD8QIyMlY42PruodzUED/s1600-h/Paulistano+1916.jpg
Ir para cima ↑ http://www.campeoesdofutebol.com.br/reis_do_futebol.html
Ir para cima ↑ http://www.draftbrasil.net/wordpress/marcelinho-huertas-e-a-realidade-do-basquete-brasileiro-por-prof-ms-jose-marinho-marques-dias-neto/
Ir para cima ↑ http://fpb.com.br/_dynamics/dregistros/JOGADORES.asp?codcat=PRM&codclube=37
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
Página oficial
[Expandir]
v • e
Grandes clubes e estádios históricos do futebol em São Paulo
[Expandir]
v • e
Novo Basquete Brasil
[Expandir]
v • e
Campeonato Paulista - Cronologia
Portal do basquetebol
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